sexta-feira, 19 de julho de 2013

“A educação é a ferramenta mais poderosa que podemos usar para mudar o mundo." (Nelson Mandela)




Lista são listas, tops são topos valem o que valem mas o blogue teachtought elaborou ma lista com 43 ferramentas livres para os professores usarem. Na maioria já as conheço e aconselho vivamente a darem uma vista de olhos nas sugestões.
Clique para aceder a todas as ferramentas

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Não era síndrome de Down, era mongolismo



Uma professora sem igual no Brasil, uma professora com Síndorme de Down!
Débora sempre estudou em escolas regulares, junto com crianças sem a síndrome.
ela venceu os preconceitos, e realizou seu maior sonho.
Todos queriam uma menina. Mas quando o bebê tão esperado chegou, foi um choque.
“No momento em que ela nasceu, eu desejava que ela tivesse ficado no hospital, tivesse morrido mesmo”, conta Margarida Araújo Seabra de Moura, mãe de Débora.
Nem o pai médico sabia o que fazer, 32 anos atrás havia pouquíssima informação a respeito.
“No máximo meia página nos livros de medicina sobre. Não era nem síndrome de Down, era mongolismo”, conta José Robério Seabra de Moura, pai de Débora.
De repente, a família descobriu: havia esperteza e encantamento naqueles olhinhos puxados.
“Eu me dei conta de que o que eu queria era a mágica de morrer a síndrome de Down, e não a minha filha”, diz Margarida.
E todos passaram a tratar Débora como a criança que ela era. Entre irmãos, as brigas de praxe.
“Talvez até porque eu tenha sido criado a tratar minha irmã como se não tivesse nenhuma diferença. Brigadva como todo irmão”, conta Frederico Araúno Seabra de Moura, irmão de Débora.
Amigo da família e padrinho de Débora, Henfil sugeriu a estimulação precoce. O famoso cartunista foi o primeiro a achar que ela teria uma vida normal.
“Ainda deitada no chão, ele botava ela em cima de um tapete, e ele dizia: vá, segure o pescoço, você é igual a mim, você pode, você vai chegar lá. Ele foi meio bruxo nessa história, sabe?”, conta Margarida.


quarta-feira, 17 de julho de 2013

"Educação Física ensina através do corpo o que você não é capaz de dizer com palavras ou explicar em números." (Grazielle Dias)







f) Nas modalidades de desportos náuticos e nos grupos-equipa exclusivamente de alunos com necessidades educativas especiais, os grupos-equipa são constituídos por um número mínimo de 8 alunos, sem  distinção de escalão/género;

"Ser uma coisa evidente é ficar reduzido a quase nada." (Teixeira Pascoaes)




Um estudo norte-americano demonstrou que designar objectos facilita a aprendizagem e a associação de palavras nas crianças, independentemente da categoria sócio-profissional dos pais.

O estudo, recentemente publicado na PNAS, por uma equipa de investigação da Universidade de Chicago avaliou 50 famílias norte-americanas e indica que apontar um objecto enquanto se fala dele, permite que as crianças retenham mais facilmente o seu nome.

A técnica permite que os mais pequenos retenham mais palavras antes de entrar para a escola – o que lhes confere alguma vantagem sobre outras crianças. Segundo a equipa, as capacidades individuais e o temperamento não são o único factor a ter em conta na aquisição do léxico.

Para a investigação, os cientistas filmaram a interacção quotidiana entre as mães e as suas crianças, a partir dos 14 meses. A qualidade das informações fornecidas pelas progenitoras aos seus filhos foi avaliada por um painel de 218 adultos que visualizaram os vídeos. A quantidade de palavras utilizada foi mensurada em número de palavras por minuto.

No entanto, a qualidade não esteve relacionada com a quantidade, já que o facto de pronunciarem várias palavras não significa que tivessem valor informativo para as crianças. O status social dos pais também não tem nada a ver com a clareza da interacção.

A aquisição de vocabulário produz-se por acumulação e selecção da informação – a criança aglutina o conjunto das situações, mas vai triando os sinais que percebe (sons, gestos ou olhares), de forma a conservar aquilo o que lhe interessa.

Os estudos em curso poderão oferecer ferramentas que facilitem a aprendizagem das crianças.

Notícia do site Ciência Hoje de 2 de Julho de 2013.

terça-feira, 16 de julho de 2013

O que faz falta

Novo treino mental promete combater pessimismo

Uma investigadora britânica desenvolveu um programa que, em apenas sete semanas, promete ajudar os mais pessimistas a desenvolver uma atitude mais positiva. Alguns minutos de meditação diária e um exercício cognitivo baseado na visualização de imagens são os segredos deste novo treino.
Segundo explica a psicóloga Elaine Fox no site do programa Rainy Brain - Sunny Brain, "o pessimismo pode ser positivo porque nos ajuda a preparar para situações negativas que por vezes acontecem". No entanto, diz Elaine, "o pessimismo pode acabar por invadir todas as áreas e momentos da nossa vida com consequências devastadoras para o nosso bem-estar". 

Assim, a especialista britânica desenvolveu um programa cujos efeitos a BBC acompanhou num documentário emitido este mês no Reino Unido. Os efeitos do programa foram testados no apresentador de televisão Michael Mosley, que sofre insónia crónica há mais de 20 anos e que sentia a necessidade de se tornar uma pessoa menos pessimista.

Como ponto de partida, o cérebro do apresentador foi avaliado na Universidade de Essex, onde a psicóloga Elaine Fox leciona. Os resultados revelaram que Michael registava três vezes mais atividade no lado direito do cérebro, associado a pensamentos negativos e pessimistas e a uma visão negativa do mundo.