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segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Quero eu e a Natureza (2)
Inglaterra
– Uma criança teve sua vida mudada após a chegada de um cachorro de três patas a
sua casa na Inglaterra. Owen Howkins, de 7 anos, sofre da síndrome de
Schwartz-Jampel, quando os músculos ficam tensos de forma permanente. A doença
fez com que a criança se afastasse do colégio. O menino tinha medo de comunicar
com as pessoas e já não saía mais de casa.
Quando
o pai de Owen, Will, trouxe, de um centro de resgate, um cachorro de três
patas, rapidamente a criança e o animal se aproximaram. Haatchi, o cão, foi
socorrido após ter sido atropelado, enquanto estava amarrado à linha do trem. O
animal teve o rabo mutilado e graves ferimentos na pata traseira, que teve que
ser amputada.
Segundo
a família, a mudança que Haatchi fez na vida de Owen é bastante percetível e o
menino melhorou muito o convívio com as pessoas. O facto de precisar de cuidados especiais e de fazer uso
de uma medicação constante fazia com que
a criança se sentisse diferente. Já com Haatchi, Owen não se sente assim, pois
o cachorro também tem de tomar medicação, uma mistura de mel, óleo de salmão e
suplementos, o que, na perspetiva do menino, os tornam iguais.
O
animal, que fez um treinamento há 15 meses para se tornar um “cão terapia”, vai
também levar alegria aos soldados que tiveram suas pernas amputadas nos conflitos
do Afeganistão e Iraque, além de crianças com doenças em estado terminal.
domingo, 28 de outubro de 2012
"A dança: uma expressão perpendicular de um desejo horizontal." (Bernard Shaw)
A mãe de Aline Favaro matriculou a filha em uma aula
de ballet clássico aos oitos anos de idade para que a filha se pudesse exercitar.
O hobby transformou-se em profissão e hoje, aos 30 anos, Aline é a única
bailarina com síndrome de Down no Brasil a dançar com sapatilhas de ponta. A
dança, que já levou a jovem a conhecer outros países e lançar o livro A Bailarina Especial,
também tem provocado grandes transformações na vida de outras pessoas com
síndrome de Down.
A atividade física é recomendada para diminuir os
fatores de risco de doenças cardiovasculares, dos distúrbios do aparelho
locomotor e até mesmo da depressão e ansiedade, condições que muitas vezes
afetam as pessoas com a síndrome. Além do exercício em si, há os aspetos
terapêuticos. A dança é um meio de tornar os indivíduos independentes e
atuantes na comunidade, os incentiva a enfrentar barreiras e romper
preconceitos.
Projeto reúne dançarinos com síndrome de Down
O Grupo Incluart, de Cuiabá, Mato Grosso do Sul,
desenvolve um trabalho de inclusão social através da dança desde março de
2011. O projeto “UP Down – Inclusão, Cultura e Qualidade de Vida”, reúne 24
dançarinos, 14 com síndrome Down. A
iniciativa surgiu quando alguns pais de pessoas com síndrome de Down
identificaram a necessidade de preencher o tempo de seus filhos com uma
atividade capaz de proporcionar qualidade de vida e elevação da
autoestima.
O grupo apresenta-se em eventos e participa em
trabalhos em universidades e escolas, além de festivais de dança. Regina
Carvalho, professora e presidente do projeto, realça que os benefícios da dança
são para todos. “A dança contribui para estimular a descoberta de
potencialidades adormecidas, proporciona a aceitação e valorização das
diferenças, melhora os recursos da comunicação e desenvolve as capacidades
cognitivas, a motivação e a memória”.
sábado, 27 de outubro de 2012
"Só nos devíamos espantar de ainda nos podermos espantar." (François La Rochefoucauld)
"Nem sempre sou da minha opinião." (Paul Valéry)
Domingo , de madrugada pelas 02h00 ,os relógios vão
atrasar uma hora e passam para as 01h00 em Portugal continental e Madeira, e
das 01h00 para as 00h00 nos Açores. O inverno só começa em Dezembro, mas parece
que é para nos lembrar que ele vem aí.
Sou completamente contra esta mudança de hora, tem influência no meu biorritmo de vida e ainda está por provar a eficiência desta medida. Esta mudança brusca, em que é noite mais cedo é deprimente.
Como sempre os valores economicistas estão por detrás desta medida, como quase todas as medidas que regem as nossas vidas.
Vá lá que a mudança de hora passou a ser feita no último fim-de-semana de Outubro! Há uns anos, acontecia logo no último fim-de-semana de Setembro.
A existência destes horários no espaço europeu é uma decisão da União Europeia como um todo e não uma decisão individual de cada país. Sempre a Europa!
Andamos há anos a falar na flexibilidade laboral e esta mudança de hora está subjacente,
uma necessidade de uniformização, para permitir reajustar os horários de trabalho de forma a poupar energia.
A mudança é para aproveitar melhor a luminosidade do dia nesta época do ano, reduzindo o consumo de energia nos horários de pico e evitando o uso de energia gerada por termoelétricas, que é mais cara e mais poluente do que a gerada pelas hidroelétricas
Alega-se que há um impacto sobre a actividade diária das pessoas, sentem-se bem por trabalharem num período em que há mais sol, por se movimentarem ainda com a luz do dia.
Mas há o reverso desta alteração que é muitas vezes ocultada.
Se não houver adaptações para a mudança de horário, algumas pessoas podem apresentar cansaço, fadiga e até mesmo chegar à exaustão, dor de cabeça, desorientação, ansiedade, irritabilidade, indigestão, transtornos estomacais, insónias nocturnas e sonolência durante o dia são apenas alguns dos sintomas que perturbam muita gente em época de alteração de horários.
A recomendação para esta primeira semana de mudança de horário, as pessoas devem aumentar a ingestão de líquidos e fazer refeições leves. Também deve ser mantido o horário das refeições, para o cérebro se adaptar o mais rápido possível com a mudança. Se a pessoa está acostumada a tomar café às 7h, agora vai ter que tomar no mesmo horário, mesmo que ainda não tenha tanta fome.
Sou completamente contra esta mudança de hora, tem influência no meu biorritmo de vida e ainda está por provar a eficiência desta medida. Esta mudança brusca, em que é noite mais cedo é deprimente.
Como sempre os valores economicistas estão por detrás desta medida, como quase todas as medidas que regem as nossas vidas.
Vá lá que a mudança de hora passou a ser feita no último fim-de-semana de Outubro! Há uns anos, acontecia logo no último fim-de-semana de Setembro.
A existência destes horários no espaço europeu é uma decisão da União Europeia como um todo e não uma decisão individual de cada país. Sempre a Europa!
Andamos há anos a falar na flexibilidade laboral e esta mudança de hora está subjacente,
uma necessidade de uniformização, para permitir reajustar os horários de trabalho de forma a poupar energia.
A mudança é para aproveitar melhor a luminosidade do dia nesta época do ano, reduzindo o consumo de energia nos horários de pico e evitando o uso de energia gerada por termoelétricas, que é mais cara e mais poluente do que a gerada pelas hidroelétricas
Alega-se que há um impacto sobre a actividade diária das pessoas, sentem-se bem por trabalharem num período em que há mais sol, por se movimentarem ainda com a luz do dia.
Mas há o reverso desta alteração que é muitas vezes ocultada.
Se não houver adaptações para a mudança de horário, algumas pessoas podem apresentar cansaço, fadiga e até mesmo chegar à exaustão, dor de cabeça, desorientação, ansiedade, irritabilidade, indigestão, transtornos estomacais, insónias nocturnas e sonolência durante o dia são apenas alguns dos sintomas que perturbam muita gente em época de alteração de horários.
A recomendação para esta primeira semana de mudança de horário, as pessoas devem aumentar a ingestão de líquidos e fazer refeições leves. Também deve ser mantido o horário das refeições, para o cérebro se adaptar o mais rápido possível com a mudança. Se a pessoa está acostumada a tomar café às 7h, agora vai ter que tomar no mesmo horário, mesmo que ainda não tenha tanta fome.
A mesma táctica deve ser adoptada
com o sono. Quem está acostumado a dormir às 22h, por exemplo, deve manter o
horário, mesmo que ainda não tenha sono.
Como se comprova esta mudança é contranatura, apesar de se alegar os horários escolares e as rotinas dos mais novos têm
também um grande peso para a manutenção deste padrão horário.
Porém , tem impacto na forma como as
pessoas conduzem e nos acidentes que existem, na disposição das pessoas,
que se reflecte no consumo de medicamentos.
Talvez fosse melhor deixar estar a
hora ao ritmo normal e a mudança para o Inverno seria lenta, progressiva e sem
tantos efeitos colaterais. A vida das pessoas não pode rodar à volta ,
sempre da economia.
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