quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Ver para querer

11 truques úteis para pessoas que usam óculos
Os benefícios de usar óculos estão, literalmente, à vista de quem os usa. A sua utilização, às vezes, pode ser um fardo, mas os pequenos inconvenientes podem ser contornados de onze formas criativas.
 

Usar óculos é uma necessidade mas muitas vezes é também um incómodo. As pessoas que usam óculos enfrentam pequenos aborrecimentos diários que os outros, muitas vezes, não entendem.
Como limpar as lentes de maneira a que fiquem limpas por mais tempo? Como encontrar o estojo dos óculos no escuro? E como evitar lavar o cabelo com gel duche em vez de champô no banho? Conheça 10 respostas a estas e outras perguntas na fotogaleria abaixo, sugeridas pelo site Mashable.
Clique para ver o vídeo

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Não o sei e sei-o bem.(Fernando Pessoa)

Há professores assim, há psicólogos assim... Há de tudo, como em todas as profissões.


Há professores que gostam muito de relatórios; que pedem insistentemente aos pais que levem o relatório do Psicólogo que acompanha o filho. Como se aquele documento justificasse todos os insucessos, todas as frustrações, todas as injustiças que, muitas vezes, os alunos são sujeitos; como se aquele documento carimbasse o desfecho do percurso escolar; como se necessitassem dele para catalogar - muitas vezes, as crianças são catalogadas sem qualquer papel anexado ao seu processo. Reforço a ideia de alguns professores; não tenho conhecimentos para falar em percentagens, em maiorias ou minorias. Só estou a basear-me em situações (minhas) conhecidas e (julgo) pontuais.
Há psicólogos que, se consideram que o relatório só serve para ficar no processo do aluno como justificativo dos fracassos, aceitam passar o tão desejado relatório, mas com a condição de o mesmo conter directrizes claras de como se pode trabalhar com o aluno, de como ele pode ultrapassar algumas das suas dificuldades, com sugestões de estratégias de trabalho. Estes psicólogos tentam estabelecer um compromisso de trabalho cooperativo (escola, pais e, neste caso, o psicólogo).
Há psicólogos que, se for para o bem do aluno, empenham-se na elaboração do relatório; se for só para classificá-lo dificultam a vida dos professores que querem apenas uma justificação para anexar ao seu processo (por vezes os relatórios são necessários, no entanto, nem sempre são essenciais para o sucesso do aluno, pelo contrário). Admiro esta atitude. É que com tanta preocupação em classificar problemas de aprendizagem e patologias, com tanta preocupação em conseguir justificar o fracasso com um papel, os professores desviam-se da essência do que é a sua exigente e grandiosa profissão: fazer aprender.
Atenção, não defendo que o psicólogo explique ao professor como é que ele deve exercer a sua profissão, o professor saberá fazê-lo melhor que ninguém. O que defendo é que em situações em que o professor necessite de ajuda (ou o psicólogo) pode pedi-la sem receios. Ser professor não é a mesma coisa que ser psicólogo, logo, considero que existem situações em que o trabalho conjunto trará benefícios ao aluno. Há professores que não compreendem isto; há outros que o compreendem muito bem.

sábado, 13 de fevereiro de 2016

O homem deve comer para viver e não viver para comer.(Textos Judaicos)



A Direcção-Geral da Saúde disponibiliza o "Manual para uma Alimentação Saudável em Jardins de Infância". Destina-se aos educadores de infância e ao pessoal directamente envolvido na preparação e fornecimento de alimentação às crianças.

Este manual contém informação básica sobre alimentação saudável da criança em idade pré-escolar, designadamente:
·                     Importância da educação alimentar e seus objectivos;
·                     Alimentação e nutrição;
·                     Grupos dos alimentos;
·                     Necessidades nutricionais da criança em idade pré-escolar;
·                     Distribuição das refeições;
·                     Regras de higiene na preparação das refeições.
Para além de uma necessidade fundamental, a alimentação é um dos factores do ambiente que mais afectam a saúde. Já não basta ter acesso a bens alimentares. É necessário "saber comer" - saber escolher os alimentos de forma e em quantidades adequadas às necessidades diárias, ao longo de diferentes fases da vida.

Se, por um lado, muitos dos nossos hábitos alimentares são condicionados desde os primeiros anos de vida, por outro, uma alimentação saudável durante a infância é essencial para um normal desenvolvimento e crescimento, bem como na prevenção de problemas de saúde ligados à alimentação.

O papel da família na alimentação e na educação alimentar das crianças e jovens é inquestionável, mas a escola, e em especial o jardim-de-infância, assume uma particular importância.

Pode consultar o "Manual para uma Alimentação Saudável em Jardins de Infância" , AQUI


quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Às vezes as ‘pobres criancinhas ricas’ são mesmo pobres criancinhas ricas,

(…)
Em 2013, o adolescente Ethan Couch, de 16 anos, provocou a morte de quatro pessoas e feriu nove, enquanto conduzia embriagado no Texas, Estados Unidos. Os seus advogados alegaram que o jovem sofria de uma condição chamada “affluenza” para justificar a sua não-culpabilidade, argumentando de que a falta de valores morais e limites se devia à permissividade dos pais. Detido no fim de 2015 por ter violado a sua liberdade condicional e a aguardar julgamento, surgem as opiniões – “miúdo mimado”, “reflexo de negligência parental” ou “culpa de um vírus”?
O termo “affluenza” vem das palavras inglesas “influenza” (“gripe”, em português) e “affluence” (“influência, riqueza”), foi popularizado nos anos 1990 e refere-se a jovens que nunca terão aprendido a ser responsáveis nem a medir as consequências dos seus actos. A culpa disto seria dos pais, que teriam mimado os jovens em demasia. Mas esta condição nunca foi reconhecida pela Associação Americana de Psicologia – “há um conjunto de comportamentos e criou-se o termo para falar disso, mas não corresponde a um diagnóstico clínico, a comunidade não o aceita como tal”, atesta José Morgado, especialista em psicologia de educação, em conversa telefónica com o PÚBLICO.
A utilização desta condição foi uma estratégia de defesa de Couch – tentar provar a instabilidade perante um crime pesado em que o arguido é culpado é “comum” – mas “a América tem um contexto muito particular nas questões jurídicas, com meandros muito diferentes dos nossos”, lembra Morgado. “Não tenho a certeza se um caso com esse figurino teria o mesmo final num país da Europa, o modelo de justiça é muito diferente”.
Morgado admite, porém, que há crianças e jovens que crescem com alguma desregulação ao nível dos valores e dos limites. Há aqui algo que a sociedade não deve ignorar, defende Suniya Luthar, professora de psicologia na Universidade do Estado de Arizona num artigo para a agência Reuters intitulado Às vezes as ‘pobres criancinhas ricas’ são mesmo pobres criancinhas ricas, citado pela CNN. “Há provas crescentes de que os filhos dos ricos estão-se a tornar cada vez mais perturbados, irresponsáveis e auto-destrutivos”, defende Luthar, que investiga as vidas de crianças privilegiadas há 25 anos. José Morgado defende, no entanto, que “não há uma relação directa entre ter muito dinheiro e ter um determinado tipo de comportamento” por “uma razão simples: se houvesse uma relação causa-efeito, todas as pessoas teriam o mesmo comportamento na mesma circunstância e isso não se verifica”.
“São mais os estilos de vida que podem estar ligados a determinado tipo de condição, determinados tipos de exercício profissional, pouca presença familiar… Estes estilos podem reflectir-se ao nível do estabelecimento da educação, os miúdos ficam mais sós, com menos regras, com menos orientação, menos níveis de comunicação”, explica Morgado, que trabalha directamente com pais e professores de vários colégios e ouve queixas de determinado tipo de comportamentos. “Há pais muito ausentes que, como têm dinheiro, compram o serviço educativo, não o exercem. Não porque queiram ser maus pais”, continua, “mas não têm tempo, têm horários exigentes”.
Mas isto não está relacionado, frisa o especialista, com “mimo a mais”. “Tira-me do sério a expressão dos miúdos que têm mimos a mais. Não há ninguém que tenha mimos a mais, são é maus mimos”, diz, sublinhando o mimo como um bem imprescindível na vida das pessoas em qualquer idade. “Se não lhe dão mimo, se deixam fazer tudo o que a criança ou o jovem quer, isto não é mimo, é mau mimo, é um mau serviço prestado à criança”, enfatiza José Morgado.
Os miúdos a quem chamam “muito mimados” são crianças “mal-educadas”, diz José Morgado. “São miúdos sem regulação nos valores e nos limites”, que precisam de ouvir mais “nãos”.
As crianças e jovens “precisam e querem que lhes digam o que está certo e o que está errado e aprender a serem responsáveis e as consequências das suas acções”, frisa o psicólogo norte-americano Harris Stratyner à CNN. “O que as pessoas não percebem é que, para as crianças, os limites são necessários para que se sintam seguras. Elas não são cognitivamente capazes de definir limites para si próprias por isso precisam que nós, pais, lhes digamos ‘ok, é aqui que estou a traçar a linha. Não podes ultrapassá-la e haverá consequências se o fizeres’”, acrescenta Suniya Luthar.
Comunicação é essencial
“É preciso arranjar formas de comunicação com os miúdos”, reconhece José Morgado. Mas também é preciso “sermos realistas”: “Não posso dizer a um pai, que tem um trabalho e horários exigentes, para arranjar tempo. É preciso é adaptar o tempo às suas circunstâncias de vida. Há menos tempo mas o tempo de que dispõem tem de ser para comunicar com os miúdos”, aconselha, lembrando que a educação é feita com base na relação e só há relação se houver comunicação. “É isto que os pais não se podem esquecer”.
É preciso sermos “proactivos” e ter atenção, realça o psicólogo. “Quando chegamos a casa devemos perguntar aos jovens como correu o dia. Podem não querer falar, há a idade em que preferem falar com os amigos dos seus grupos, mas é importante os pais perguntarem e mostrarem que estão lá” para qualquer eventualidade, continua.
A psicoterapista norte-americana Eileen Gallo, co-autora do livro Silver Spoon Kids: How Successful Parents Raise Responsible Children, chama a atenção para as conversas dos pais com os filhos não só sobre os dias de escola dos miúdos mas também para contar os seus dias de trabalho. As conversas são “tão importantes” nestes casos, diz à CNN, “provavelmente ainda mais nos dias de hoje” – em que o contacto é feito através de chamadas ou troca de mensagens nas redes sociais em vez de conversas cara-a-cara.
Os níveis de deliquência entre pobres e ricos são “comparáveis”, diz Suniya Luthar. Independentemente dos rendimentos e do seu lar, há sentimentos de ansiedade, depressão, crimes – e é essencial haver figuras a seguir (role models) e comunicação. A única diferença pode ser a forma de quebrar as regras: nos lares das famílias de classe média-alta “o dinheiro é abundante, por isso os jovens têm mais dinheiro para comprar drogas, álcool e arranjar sofisticados bilhetes de identidade falsos e os pais têm dinheiro para pagar a advogados bons”.
“Não é fácil. É confuso. Isto de ser um pai ‘bom o suficiente’ é desconcertante. E pensar que só por que temos mais estudos ou mais dinheiro temos as respostas certas, que sabemos a melhor coisa a fazer para continuar a fazê-la, é um equívoco”, refere Luthar.


sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Prorrogar = protrair; prolongar; procrastinar; espaçar.

O ISE prorroga prazo limite de candidaturas até 31 de marçode 2016 para várias Tipologias de Operação

A Comissão Diretiva do PO ISE – Programa Operacional Inclusão Social e Emprego, informa que o prazo para a apresentação de candidaturas relativo aos AVISOS a seguir indicados foi prorrogado até às 18:00 horas do próximo dia 31 de março de 2016, com o correspondente ajustamento dos prazos de decisão e de notificação.

AVISO Nº POISE-29-2015-25 - Apoio ao emprego de pessoas com deficiência e ou incapacidade: Emprego apoiado (T.O.3.02);

AVISO Nº POISE-36-2015-19 - Ações de sensibilização e campanhas no domínio da igualdade de género, prevenção e combate à violência doméstica (T.O. 3.14);
AVISO Nº POISE-36-2015-20 - Formação de públicos estratégicos (T.O. 3.15);
 AVISO Nº PO ISE-36-2015-21 - Apoio financeiro e técnico a organizações da sociedade civil sem fins lucrativos que atuam no âmbito da promoção da igualdade de género e da prevenção e combate à violência doméstica e de género e ao tráfico de seres humanos (T.O. 3.16).


Consulte os AVISOS Alterados na página Candidaturas Abertas/Inclusão Social e Emprego deste Portal.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

ePIRLS 2016 - Vamos defender o nosso 19.º lugar?

Teste de leitura vai avaliar leitura digital

A partir de hoje e até 18 de março, 5300 alunos de 4.º ano de 220 escolas portuguesas vão ser alvo de uma avaliação no âmbito do estudo internacional PIRLS (Progress in International Reading Literacy Study), que é feito de cinco em cinco anos e vai envolver, este ano, 60 países e regiões.
Esta é a segunda vez que Portugal participa (há cinco anos ficou em 19.º lugar em 33 países), e a grande novidade das provas deste ano é que além do teste PIRLS (prova constituída por um conjunto de cadernos, com itens que envolvem diferentes finalidades e processos de compreensão da leitura), haverá uma nova prova, designada ePIRLS, que tem como objetivo avaliar se as crianças desta faixa etária conseguem ler e utilizar a informação que leem online. Os resultados vão permitir aferir se estes alunos têm capacidade e competências para utilizar as novas tecnologias de informação (por exemplo, ebooks) em processos de ensino e aprendizagem.
Mais informações sobre as provas podem ser obtidas aqui. O tipo de prova ePIRLS pode ser visto em Projeto de Leitura Online.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

O mundo está cheio de livros fantásticos que ninguém lê.(Umberto Eco)


Como é escrever um livro infantil sobre a Carolina, que é surda e cega? Ou fazer as ilustrações sobre o Tiago, que tem paralisia cerebral? É difícil. E é fácil. É o que dizem escritores e ilustradores que foram chamados a contribuir para a colecção “Meninos Especiais”.
Vasco Gargalo, ilustrador, pegou num pau de giz e desenhou ao desafio com Martim, num quadro de ardósia. Paula Delecave, designer, pousou a máquina fotográfica, sentou-se no chão e tocou nas mãos e no rosto de Matilde. Luísa Ducla Soares, escritora, passou a tarde numa esplanada a comer gelados e a beber coca-cola com Carolina. Tinham-lhes pedido que usassem o seu talento para construir pontes entre as crianças ditas normais e aqueles meninos com deficiências, mas todos eles descobriram que, primeiro, também eles tinham de as atravessar. “Talvez tenha sido a coisa mais difícil que já fiz”, reflecte a autora de livros infantis e juvenis Alice Vieira.
A Alice Vieira costumam perguntar: “Por que é que não escreves sobre o campo?” E ela responde aquilo que considera “ óbvio”: que o que conhece bem é a cidade e não gosta de escrever sobre o que não domina. Fala desta sua “mania” para explicar que tinha boas razões para rejeitar o desafio que lhe foi lançado pela presidente da associação Pais em Rede, Luísa Beltrão. E para sublinhar que, apesar disso, não conseguiu dizer que não ao convite para se reencontrar com João, um menino autista com quem contactara numa outra iniciativa da associação. Objectivo: conhecê-lo melhor e escrever uma história de que ele fosse o protagonista.
O livro de Alice Vieira – como os restantes oito, publicados ao ritmo de três por ano – é para crianças. E até à contracapa, em que aparece a fotografia do João e um texto sobre ele sobre o que é o autismo, parece um livro vulgar. “Parece, mas não é. Implicou muito tempo, muito cuidado, o receio de fazer mal, de perturbar os pais, de não conseguir fazer chegar o João aos leitores”, enumera a escritora.

A ideia de Luísa Beltrão foi usar as histórias e as ilustrações de pessoas conceituadas para trazer para a luz estas crianças. “Costuma ver pessoas com deficiências no parque infantil? E na esplanada ou no cinema? Mesmo na escola, que agora é obrigatória – estes meninos estão com os seus pares?” A presidente da associação Pais em Rede, ela própria mãe de uma mulher com deficiência, diz que, “salvo raríssimas excepções”, as respostas às suas perguntas são “não”, “não”, “não” e “não”: “Geralmente estas crianças, estes adultos, estão escondidos, vivem escondidos, são invisíveis”.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Nada devia ter um nome por medo que esse nome o transforme.(Virginia Woolf)

Em vez de embalar, um novo livro infantil acorda os mais pequenos para a sua sexualidade e estimula conversas nem sempre fáceis entre pais e filhos. A educação sexual começa em casa, diz a autora.
Chama-se Peludim porque é peludo, mas também é pequeno e carismático. A personagem principal do livro infantil A Viagem de Peludim foi concebida a dedo para ilustrar duas ideias essenciais: que as crianças são naturalmente curiosas sobre a sua sexualidade e que importa falar da (des)contrução da identidade de género. Questões fundamentais que, em última análise, pretendem proteger os mais novos da violência sexual.
A obra da autoria de Sara Rodi (responsável por diversos livros infantojuvenis) e Vânia Beliz (licenciada em psicologia clínica e mestre em sexologia) é uma aventura pelo mundo da educação sexual que, assumindo a forma de um conto para crianças, vai respondendo a algumas das perguntas mais frequentes de quem ainda só tem um palmo e meio de altura. “Como é que os bebés nascem?” é só um entre muitos exemplos.
O livro faz-se ainda acompanhar por um guia para orientar os adultos — pais, educadores e professores — nos temas mais complicados ou que causem maior constrangimento. Porque nem sempre é fácil para um pai chamar pénis em vez de pilinha ou explicar como é que o mano ou mana foi feito.


domingo, 31 de janeiro de 2016

DIES DOMINICUS


A palavra é originária do latim dies Dominicus, que significa "dia do Senhor". Existe, nessa mesma acepção, em castelhano (Domingo), italiano (Domenica), francês(Dimanche) e em todas as línguas de origem latina.
Povos pagãos antigos reverenciavam seus deuses dedicando este dia ao astro Sol o que originou outras denominações para este dia, em inglês diz-se Sunday, e no alemão Sonntag, com o significado de "Dia do Sol". Por ser Roma uma cidade cosmopolita e sede de um vasto império, afluíram a ela povos de diversas culturas, que incluíam na bagagem cultural inúmeras crenças, as quais eram recebidas e reconhecidas pelos romanos. Entre elas, teria-se associado às crenças dos latinos, sabinos e etruscos a reverência ao primeiro dia da semana. Em outras línguas e países, ainda permanecem expressões oriundas de cultos pagãos e deuses mitológicos antigos, como aqueles oriundos dos babilônicos, com base no fato do 1º dia a semana ser dedicado ao deus Shamash, o Sol (o senhor do culto solar) segundo as crenças daquele povo, bem como dos assírios e egípcias, que reverenciavam como deus maior o sol, o deus Rá, conforme foi também comentado por Gerald Messadié, em História Geral do Antisemitismo. Sem contar os tantos outros povos adoradores do Sol, como as civilizações anteriores aCristóvão Colombo das Américas.
Cristianismo[editar | editar código-fonte]
Ao garantir a liberdade de culto aos Cristãos no ano 313 A.D o Imperador Constantino, deu-lhes o direito de reunirem-se publicamente aos Domingos para celebrarem seu culto em honra e memória a ressurreição de Cristo. Este dia de celebração havia sido fixado pela tradição apostólica e observado como dia de descanso pelos primeiros cristãos.
Em 7 de março de 321, Constantino o Grande, decreta de modo a favorecer os Cristãos que o Domingo seria observado como dia repouso civil:
"Que no venerável dia do sol os magistrados e as pessoas residentes nas cidades descansem, e que todas as oficinas, estejam fechadas, No campo ainda assim que as pessoas ocupadas na agricultura possam livremente continuar seus afazeres pois pode acontecer que qualquer outro dia não seja apto para a plantação de vinhas ou de sementes..."[4]

Devido a fatores históricos e culturais as três religiões abrâmicas (judaísmo, islamismo e cristianismo), possuem dias sagrados diferentes, respectivamente a sexta-feira para os muçulmanos, o sábado para os judeus e o domingo para os cristãos. Por serem judeus, os primeiros cristãos guardavam o dia de sábado, mas reuniam-se no primeiro dia da semana (Domingo) para celebrarem a eucaristia em memória da ressurreição de Cristo. No livro de Atos 20:7 vemos que os discípulos se reuniram no "primeiro dia da semana e partiram o pão" juntos.

sábado, 30 de janeiro de 2016

Há sempre uma primeira vez


A Lego vai lançar pela primeira vez uma figura numa cadeira de rodas.

(...) Fãs da Lego repararam na novidade durante as feiras de brinquedos de Londres e Nuremberga, onde a marca apresentou os novos conjuntos que vão ser lançados durante este ano.

Esta novidade é particularmente significativa, visto que a Lego se encontrou envolvida recentemente numa polémica pela falta de diversidade apresentada nos seus produtos. No ano passado tinha surgido, no seguimento de uma campanha ativa no Twitter com nome #ToyLikeMe (Brinquedo Como Eu), uma petição pública online que agregou mais de 20 mil assinaturas. O objetivo era fazer com que a marca diversificasse e passasse a incluir brinquedos representativos de pessoas com deficiência.

Uma cocriadora da petição, Rebecca Atkinson, tinha publicado no passado mês de dezembro um artigo de opinião (...) no qual referia que “a marca continua a excluir 150 milhões de crianças com deficiência pelo mundo fora, ao falhar em representá-los de forma positiva nos seus produtos”. Para ela, “mais do que valores de venda”, trata-se de concretizar uma mudança cultural que pode ser atingida com o uso positivo da tremenda influência que uma marca como a Lego possui.

Depois da divulgação da inclusão dos novos brinquedos, a página da petição lançou uma nova atualização, onde é possível ler que a equipa se encontra “genuinamente com lágrimas de felicidade” com este anúncio. A primeira figura com deficiência estará incluída na colecção “Fun In The Park” (Diversão No Parque), a ser lançada durante o verão.

Fonte: Público por indicação de Livresco