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terça-feira, 31 de dezembro de 2013
Sr. Ministro, confirma esta estimativa? E mantém a promessa para 2014?
ATÉ
FINAL DE 2013
Governo estima criar 1400 vagas para apoio a deficientes
O ministro da Solidariedade, do
Emprego e da Segurança Social, Pedro Mota Soares, afirmou hoje que vão ser
criadas, até ao final do ano, 1.400 novas vagas em instituições sociais de
apoios às pessoas com deficiência.
"Estimamos, até ao final do
ano, assinar 3.000 novas vagas de acordos de cooperação, sendo uma dimensão
muito significativa para a área da deficiência", disse aos jornalistas o
ministro Pedro Mota Soares no final da assinatura do protocolo do programa
especial da Polícia de Segurança Pública "Significativo Azul", que
visa contribuir para a segurança de pessoas com deficiência.
Nesse sentido, o ministro avançou
que deverão ser assinados, até ao final do ano, acordos para a criação de 1.400
novas vagas em instituições de apoio na área da deficiência, tendo em conta que
o setor "continua com enormes carências, e que é preciso reforçar
efetivamente".
Segundo Pedro Mota Soares, as
3.000 novas vagas vão exigir, ao longo deste ano e de 2014, cerca de 20 milhões
de euros de investimento em instituições sociais.
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
"Gosto daquele que sonha o impossível." (Johann Goethe)
(…)
Brooks afirma , em seu DVD All Access , que a maioria das
cartas que recebe a respeito de ” Standing Outside The Fire” são de
participantes (ou parentes de) na Special Olympics. No vídeo, um estudante do
ensino médio com Síndrome de Down chamado Brandon decide não participar da
Special Olympics da instituição, mas se inscrever para o evento regular.
Há muito conflito entre pai e mãe sobre se ele deve ou não
ser permitido fazer isso de Brandon. O pai se opõe fortemente, alegando que
“ele vai envergonhar a si mesmo.” No entanto, a mãe acredita que o pai
desaprova porque ele próprio será envergonhado. O personagem com síndrome de
Down é visto trabalhando muito duro para o encontro.
No dia da competição estadual, Brandon tropeça durante uma
corrida e se machuca. O treinador tenta ajudá-lo para fora, mas o pai incentiva
o filho a terminar a corrida de qualquer maneira, em vez de desistir. O pai
grita “Saia de perto dele! Ele não está acabado!”. Após o incentivo de seu pai,
Brandon se levanta e corre em toda a pista até a linha de chegada, onde ele é
emocionalmente abraçado por ambos os pais.
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domingo, 29 de dezembro de 2013
sábado, 28 de dezembro de 2013
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
Para quando a revolta das galinhas?
Cidade americana quer proibir galinhas que estão a ajudar criança com autismo
J.J.Hart
é um rapaz de três anos que tem autismo. Os pais já experimentaram várias
terapias tradicionais, mas nenhuma delas parece surtir efeito. Até que
apareceram as galinhas.
A
determinada altura, os pais de J.J. decidiram criar galinhas no quintal, para
que a dieta do filho pudesse ser enriquecida com ovos frescos. Pouco tempo
depois de as galinhas estarem em casa, os Hart notaram que o filho estava mais
sorridente, corria atrás das galinhas e segurava-as. “Ele tem uma grande
personalidade agora. Tem uma personalidade que nunca pensámos que poderia ter”,
afirma a mãe, citada pelo Grist.
Esta
família vive em DeBarry, uma pequena cidade perto de Orlando, na Flórida. À
semelhança de outras cidades, o município impõe restrições ao tipo de animais
que os habitantes podem ter nas suas casas. No último ano, depois de os Hart
terem pedido às autoridades municipais para manterem as galinhas, o município
acordo implementar o “Urban Chicken Pilot Program” durante um ano, que permitia
aos residentes de DeBarry terem galinhas nos quintais.
Contudo,
na última semana a autarquia decidiu acabar com o programa e os Hart e J.J.
apenas podem manter as galinhas até ao final deste mês. De acordo com Nick
Koval, membro da assembleia municipal, as regras são para cumprir e DeBarry
deve tornar-se num local “extravagante, livre de galinhas”. Surpreendentemente,
o mayor – o equivalente ao presidente da câmara – discorda, assim como muitos
habitantes que têm protestado através das redes sociais.
quarta-feira, 25 de dezembro de 2013
Este é o primeiro dia
Hoje,
será o fim! Hoje
nem este falso silêncio
dos meus gestos malogrados
debruçando-se
sobre os meus ombros nus
e esmagados!
Nem o luar, pano baço de cenário velho,
escutando
a minha prisão de viver
a lição que me ditavam:
- Menino! acende uma vela na tua vida,
que o sol, a luz e o ar
são perfumes de pecado.
Tem braços longos e tentadores – o dia!
- Menino! recolhe-te na sombra do meu regaço
que teus pés
são feitos de barro e cansaço!
(Era esta a voz do papão
pintado de belo
na máscara de papelão).
Eram inúteis e magoadas as noites da minha rua...
Noites de lua
que lembravam as grilhetas
da minha vida parada.
- Amanhã,
terás os mestres, as aulas, os amigos e os livros
e o espectáculo da morgue
morando durante dias
nos teus sentidos gorados.
Amanhã,
será o ultrapassar outra curva
no teu caminho destinado.
(Era esta a voz do papão
que acendia a vela, tinha regaço de sombra
e velava
as noites da minha rua e a minha vida
e pintava-se de belo
na máscara de papelão).
Hoje,
será o fim!
Fernando Namora
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
Inclusivo, assim se quer o Natal
Rabanadas sem glúten
Mais uma
receita tradicional de Natal, mais uma receita da minha Mãe e feita
pela própria. Mesmo a tempo da ceia de Natal. Foi a primeira vez que
os miúdos provaram rabanadas e o sucesso foi total. Definitivamente, a avó está
uma especialista na gastronomia sem glúten.
Aproveito para
desejar a todos um Natal muito feliz, com doces aptos a todas as
restrições!
Ingredientes:
1 receita
de pão sem
glúten
500 ml de leite
500 ml de água
1 casca
de limão
Mel q.b.
1 pau de canela
5 a 6 colheres
de sopa de açúcar
250 ml de vinho
do Porto
6 ovos
Óleo vegetal
Para polvilhar:
Açúcar q.b.
Canela q.b.
Faça a receita
de pão tal como indicado, espere que arrefeça e corte-o em
fatias com uma grossura de aproximadamente dois centímetros.
Leve ao lume o
leite, a água, o limão, o mel, o pau de canela, o açúcar e o
vinho do Porto, apenas até aquecer e o mel se desfazer.
Demolhe as
fatias de pão nesta mistura e passe, de seguida, pelos ovos batidos.
Frite em óleo dos dois lados até as rabanadas ficarem douradas. Coloque
num prato e polvilhe com uma mistura de açúcar com canela.
Opcionalmente,
pode-se também fazer uma calda juntando 1 litro de água e 200 ml de vinho do
Porto, com açúcar, casca de limão, canela em pau e mel a gosto. Deixe
ferver e reduzir um pouco até formar uma calda não muito
espessa para embeber as rabanadas.
"O futuro dependerá daquilo que fazemos no presente." (Gandhi)
No âmbito do projeto iTEC, a European
Schoolnet Academy abriu cursos a distância sobre a construção de Cenários de
Aprendizagem para a escola do futuro ("Future Classroom Scenarios") e
práticas inovadoras para o ensino das CTEM ("Innovative Practices for Engaging
STEM Teaching").
Os cursos decorrem entre fevereiro e março
de 2014.
Os interessados podem proceder à sua
inscrição através da página web da European Schoolnet Academy.
Para mais informações, aceder à página da Direção-Geral da
Educação - ERTE.
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
"Nada devia ter um nome por medo que esse nome o transforme." (Virginia Woolf)
(…)
Têm entre 35 e 55 anos e foram formados
para responder às necessidades sexuais de pessoas sofrendo de uma deficiência
física. Uma tarefa delicada, sobretudo pelo fato de a sexualidade de inválidos
ser geralmente rejeitada pela sociedade e alvo de fortes preconceitos. Falar do
seu próprio corpo, da sua relação com a intimidade e o sexo não é fácil. Menos
ainda se a pessoa é considerada como “diferente”. Portanto, a “sexualidade de
deficientes é um direito que deve ser respeitado e protegido com uma sensibilidade
extrema”, declara Ahia Zemp.
A psicoterapeuta é responsável pela Seção
Deficiência e Sexualidade (FABS, na sigla em alemão) de Basileia, que foi
também a primeira associação na Suíça a propor uma formação especial de
assistentes eróticos. “A relação com a sexualidade é uma noção extremamente
subjetiva. Da mesma forma que beber ou comer, é uma pulsão natural tida não
apenas pelas pessoas válidas”, explica. “Os deficientes físicos são muitas
vezes considerados como pessoas assexuadas, sendo que, na realidade, têm os
mesmos desejos que os outros e têm os mesmos direitos de concretizar sonhos e
viver seus desejos”, acrescenta Zemp.
Sexualidade e deficiência, um tabu duplo
Para responder às necessidades dos novos
pacientes, a Associação Sexualidade e Deficiência Pluriels na Suíça francesa
(SEHP) acaba de formar seu primeiro grupo de assistentes sexuais
diplomados.
Em breve, os seis homens e quatro mulheres
irão acompanhar os vinte profissionais já ativos na Suíça de expressão alemã,
quebrando dessa forma um tabu duplo: o da sexualidade e da deficiência física.
O projeto começou em 2002, quando a organização de apoio Pro Infirmis elaborava
um programa educativo nesse sentido. Na época, a novidade havia tido tal
impacto mediático, que inúmeros doadores decidiram anular suas doações. A
justificativa: muitos qualificavam a assistência sexual para deficientes como
uma “forma latente de prostituição”. A consequência para a Pro Infirmis foi a
perda de 400 mil francos em poucos meses e a decorrente decisão de interromper
o projeto. Dois anos mais tarde, e seguindo o impulso da sua presidente Aiha
Zemp – ela própria deficiente – a FABS decidiu retomar a idéia e inaugurou a
primeira formação para assistentes sexuais. Hoje em dia, cinco anos após o
lançamento, o balanço feito por Aiha Zemp é largamente positivo, mesmo se
críticas ainda são ouvidas.
Rejeitado nos países católicos, como
a Itália, esse trabalho está longe de ser um pioneirismo helvético. Outros
países, como a Holanda, Alemanha e Dinamarca, também têm serviços semelhantes.
Já nos anos de 1980, eram formadas nos Estados Unidos e no norte da Europa
profissionais para apoiar deficientes nos seus desejos sexuais. O trabalho
chega mesmo a ser custeado pelos seguros de saúde em alguns países escandinavos.(...)
Uma forma de ajuda
Em junho passado, 10 suíços da parte
francesa do país ganharam seu diploma de “assistente sexual” após um curso de
18 dias. A formação é coordenada pela associação “Sexualidade e Deficiência
Pluriels (SEHP). Geralmente os assistentes recebem entre 150 e 200 francos
pelos seus serviços. Na parte alemã da Suíça e em outros países do norte da
Europa, esse tipo de formação já existe há vário anos. Em 2002, devido às
reclamações de alguns dos seus doadores, a associação Pro Infirmis havia
abdicado de oferecer uma formação semelhante. Logo depois, o projeto foi
retomado pela Seção Deficiência e Sexualidade (FABS, na sigla em alemão) em
Basileia. Desde então, dois grupos de assistentes já foram formados (2004 e
2007).
domingo, 22 de dezembro de 2013
Cada um tem ditador que merece?
Pai e mãe que façam o que bem lhes apetece ao
fim-de-semana são seres em vias de extinção, uns resistentes do antigo regime
Os filhos de hoje são uma espécie de hitlerzinhos sem
bigode, uns verdadeiros déspotas domésticos. A época em que os filhos temiam os
pais acabou e assistimos agora a um período revolucionário doméstico em curso
(PRdEC). Hoje quem manda são os filhos; os pais foram depostos e vivem sujeitos
a uma espécie de escravatura dos filhos.
(…)
De histórias como estas estão as escolas, os centros comerciais e
as famílias portuguesas cheias. São os filhos quem mais ordena e não há reforma
agrária, operários ou nacionalizações que se lhes comparem. A luta da
filharada, ao contrário da luta do operariado, está mais que ganha. Um filho de
hoje faz o que quer, tem o que quer, come o que quer e não recebe ordens de
ninguém. Os pais obedecem. Eles acham que os desejos dos seus meninos e meninas
são ordens e cumprem--nas. As regras que imperam são as regras dos gostos: se
eles gostam tem de ser assim. Tudo o resto é secundário, como por exemplo o
acordo dos pais. Um pequeno exemplo desta realidade são os fins-de-semana. Aos
fins--de-semana os pais entretêm-se com quê? Com passear os meninos entre
festas e eventos desportivos das inúmeras actividades em que a criançada
participa. Pai e mãe que façam o que bem lhes apetece ao fim-de-semana são
seres em vias de extinção, uns resistentes do antigo regime. É por isso que ter
filhos hoje em dia é considerado uma loucura - ninguém adere por opção à
condição de escravo.
A verdade é que o regime familiar
não é democrático, nunca foi: dantes mandavam os pais, agora mandam os filhos.
Mas daqui a uns anos logo veremos qual é o melhor regime - os nossos filhos o
dirão.
Por Inês Teotónio
Pereira
publicado
em 21 Dez 2013 - 05:00
"A partir de um pormenor qualquer, por vezes insignificante, consegue-se descobrir sem querer os grandes princípios." (Georges Simenon)
O Procon de Alagoas lançou
uma campanha para que as lojas tenham provadores adaptados a pessoas com
deficiência. Essa é uma das reclamações de quase todos as pessoas que possuem
alguma deficiência física ou que por alguma outra deficiência, mental por
exemplo, ou crianças que necessitem de ajuda de uma outra pessoa para poder
experimentar as roupas que desejam comprar.
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