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terça-feira, 26 de novembro de 2013
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
O mundo a seus pés
Criança com paralisia cerebral faz tarefas escolares com os pés
(…)Gabriel não fala e nem consegue se comunicar por meio de
gestos, em razão da deficiência gerada durante o parto, entretanto, é capaz de
entender as pessoas que conversam com ele. “Ele presta muita atenção nas
professoras e, depois, eu vou auxiliando nos exercícios que são feitos no ritmo
dele. O Gabriel escreve em uma espécie de quadro que fica no chão com moldes de
madeira e imãs. Ele usa os pezinhos para montar as letras. Além disso, possui
um computador adaptado e com os pés usa um mouse para clicar nas letras que
aparecem na tela”, contou ao G1 a monitora que o acompanha diariamente
na escola, Aparecida Ferreira dos Santos.
Ela
destaca que a criança assiste todas as aulas com os colegas e atua como
monitora de Gabriel há três anos. O garoto nasceu no município de Alta
Floresta, a 800 km da capital, mora com os pais e tem mais dois irmãos, sendo
de 8 e 10 anos de idade. Há quatro anos mudou com a família para Chapada, onde
reside em um loteamento. Gabriel é estudante do 6º ano do ensino fundamental e
se esforça para acompanhar as aulas junto aos colegas de sala, na Escola
Estadual Prof. Ana Tereza Albernaz, como destaca a professora de língua
portuguesa, Ângela Malta do Carmo Faria. “O Gabriel é super participativo, tem
uma ótima socialização com os colegas. É uma pessoa de bem com a vida, uma
criança muito dedica e meiga”, avalia.(…)
domingo, 24 de novembro de 2013
Senhores importantes: leiam esta minha carta e façam qualquer coisa, os professores já não aguentam mais
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| Daniel Sampaio (foto tirada dali) |
(…)Chamo-me Carla,
tenho 41 anos e sou professora de Francês, numa escola secundária com 3.º ciclo
da periferia de Lisboa. Parece que pertenço agora a um grande agrupamento, mas
os colegas da direcção da escola nunca tiveram tempo para falar disso e dizem
apenas que foi “ordem do Ministério”. Vejo-os sempre com tarefas burocráticas,
agarrados ao computador ou a resolver (?) problemas de disciplina, nem me
atrevo a perguntar qualquer coisa.
Os meus alunos: um grupo de estudantes de várias origens,
africanos, romenos, brasileiros e chineses. Olham para mim com ar de tédio, com
frequência dizem que já ninguém fala francês e que eu deveria ensinar espanhol
ou alemão. Os que falam, porque muitos pouco dizem, oscilam entre o bocejo e o
alheamento total, como se nada na escola lhes dissesse respeito. As aulas são
uma espécie de batalha: eu tento falar francês, escrever no quadro frases para
que eles copiem, dou fichas para trabalho de grupo em fotocópias de má
qualidade, grito por silêncio; eles oscilam entre a provocação e a dispersão
total, conversam uns com os outros e mandam em telemóveis que mandei guardar
nas mochilas. Abundam as piadas sexuais, as referências a humilhações na
Internet, as alusões a graffiti nas paredes da escola. Uma rapariga de 15 anos
do 8.º ano, minha aluna, é vexada na sala de aula por ter tido sexo com dois
rapazes, atrás de uma moita no jardim (?) da escola.
Sim, tenho alguns bons alunos, mas o ambiente é de tal ordem
que eles se envergonham dos resultados positivos. Na verdade, pouco percebem de
francês: aprenderam alguns truques para responder às questões dos testes, mas
não sabem construir uma frase na língua que procuro ensinar. Não querem ser
apelidados de “cromos” e depressa entram no jogo, porque no pátio a perseguição
pode ser dura. Os mais frágeis, vítimas de gozo e empurrões em plena sala de
aula, vingam-se bem quando se tornam campeões do essa nova forma de agressão
pelo computador que se tornou o reino dos mais fracos.
(…)
Não sei a quem me dirigir. A escola não tem psicólogo e
muitos alunos têm graves problemas em casa, que me confidenciam em sussurro no
final de algumas aulas. Não sei o que fazer: a saúde escolar não existe, a
educação sexual está outra vez residual, acabou a Formação Cívica, não sei a
quem enviar os alunos em risco: por isso faço o possível, mas o possível é
pouco.
Senhores importantes: leiam esta minha carta e façam
qualquer coisa, os professores já não aguentam mais.
Atentamente, Carla Martins
Leia todo o texto no jornal Público de hoje
"Quem acende uma luz é o primeiro a beneficiar da claridade." (Gilbert Chesterton)
SALÃO EXIBE ANDADORES ROBOTIZADOS PARA PESSOA COM DEFICIÊNCIA MOTORA OU VISUAL
Uma das novidades da
edição 2013 da mostra japonesa é o Lighbot, uma espécie de andador robotizado
desenvolvido pela empresa NSK que guia pessoas com deficiência visual por ruas
ou dentro de ambientes repletos de móveis.
Sensores detectam
obstáculos e corrigem a rota. Para passeios mais longos, é possível acionar o
GPS por comando de voz e deixar que o equipamento indique o caminho.
sábado, 23 de novembro de 2013
Cuidados e caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém
Já alguma vez falou de sexting com os seus filhos?
Afinal
o que é o Sexting? O conceito é definido como o envio de imagens e vídeos
sexualmente reveladores, através de mensagens. Este conceito está presente na
cultura dos adolescentes e estes fazem sexting para se exibirem, seduzirem ou
mostrar interesse em alguém. Muitos deles usam o sexting para assinalar um
compromisso, contudo no momento em que um relacionamento termina, alguém terá
em sua posse uma imagem comprometedora que pode ser publicada e ter um acesso
público.
Esta prática é preocupante na medida em que
atualmente, todos os conteúdos podem ser copiados, reenviados, publicados e
divulgados para públicos de grandes dimensões. Estes conteúdos nas mãos de
adolescentes tendem a cair num contexto de humilhação, tornando-se um objeto do
ridículo e podendo assumir graves consequências psicológicas para a vítima.
Sugerimos que nunca espere por um incidente
destes acontecer. Converse sobre as consequências do sexting com os seus
filhos. Poderá ser desconfortável, mas estará a garantir que estão informados das
consequências para este problema:
- Relembre que uma imagem enviada não é
recuperável. Uma vez enviada, o seu filho perderá o controle sobre ela;
- Questione-os sobre como se iriam sentir, se
os professores, colegas, familiares e amigos vissem as fotos deles;
- Demonstre-se compreensivo, relativamente ao
facto de os seus filhos poderem sentir-se impelidos ou desafiados a enviar
algo, mas relembre-os que a humilhação social a que se sujeitam por isso, é
bastante pior do que alguma pressão que enfrentem;
- Explique-lhes que como cidadãos
responsáveis, se receberem uma foto sexualmente reveladora, que a devem
eliminar, sendo parte de uma solução e não de um problema.
Não é preciso dramatizar o problema, tente
manter uma postura aberta e prática ao conversar destas questões com os seus
filhos, para evitar que se sintam constrangidos por falar nestes tópicos com
eles. Mesmo que se possam sentir incomodados inicialmente, irão entender as
nossas preocupações enquanto pais.
Fonte: Common Sense Media
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
Notícia cá de dentro que vem lá de fora
Para protestar contra quem
ocupa as vagas exclusivas para deficientes físicos, cadeirantes de Portugal
apostaram na ironia, “estacionando” suas cadeiras de rodas em vagas comuns. O
movimento foi feito em Lisboa e brincava com a desculpa normalmente usada por
pessoas que param em espaços reservados: “fomos ali e não demoramos nada”
Uma foto do movimento foi postada no Facebook no dia 11 deste mês e, até então, já
foi compartilhada por mais de 27 mil pessoas.
Erros meus, má fortuna
Os professores que na construção do texto da Prova de Avaliação tenham mais
de dez erros de ortografia, de pontuação ou de morfologia serão classificados
com zero valores nesse item, segundo o Guia da Prova divulgado esta noite.
A componente comum da Prova de Avaliação de Conhecimentos e Capacidades
(PACC) será composta por 32 itens de selecção (escolha múltipla) e um
"item de construção", no qual é pedido aos docentes que escrevam um
texto segundo o Acordo Ortográfico actualmente em vigor com um número de palavras
compreendido entre 250 e 350.
As perguntas de escolha múltipla vão valer 80% da prova, enquanto o
"item de construção" corresponderá a 20% do total, segundo informação
disponibilizada no site do Instituto de Avaliação Educativa (IAVE), em http://www.pacc.gave.min-edu.pt/np4/home.html.
"São classificadas com zero pontos as respostas que não atinjam o
nível de desempenho mais baixo ou quando se verifique uma das seguintes
condições: afastamento integral do tema; mais de seis erros de sintaxe; mais de
dez erros inequívocos de pontuação; mais de dez erros de ortografia ou de
morfologia", lê-se no Guia da Prova.
Os erros de acentuação e de translineação, assim como o uso indevido de
letra minúscula ou de letra maiúscula inicial também são considerados erros de
ortografia.
Os avaliadores também terão em consideração critérios como o respeito pela
instrução relativa ao tema, a adequação da estrutura à tipologia requerida pela
instrução (exposição introdutória, desenvolvimento argumentativo e conclusão) e
a clareza e coerência na apresentação das ideias e dos argumentos relevantes.
Já no caso dos itens de escolha múltipla, "só são consideradas as
respostas que registem de forma inequívoca a única opção correcta".
As respostas serão dadas em folha de respostas própria, só podendo ser
usado caneta ou esferográfica de tinta indelével preta.
O documento divulgado pouco antes da meia-noite de sexta-feira apresenta
alguns exemplos ilustrativos dos itens da componente comum da prova, que terá a
duração de 120 minutos.
O IAVE lembra que a componente comum da prova "tem por objectivo
avaliar o desempenho dos candidatos ao exercício de funções docentes no que
respeita a conhecimentos e capacidades considerados essenciais para a docência
nos diferentes níveis de ensino, nomeadamente no que respeita à leitura e
interpretação de textos de diversas tipologias, à mobilização do raciocínio
lógico e do pensamento crítico orientado para a resolução de problemas em
contextos não disciplinares e ao domínio da expressão escrita".
A prova destinada aos docentes sem vínculo à função pública está marcada
para o dia 18 de Dezembro.
Lusa/SOL
"É aquilo que fazemos do que temos, e não o que nos foi dado, que distingue uma pessoa de outra." (Mandela)
EDUCAÇÃO DIFERENTE - RECURSOS E
FORMAÇÃO
O Cerfapie,
Centro de Recursos e de Formação da APIE - Associação Portuguesa de
Investigação Educacional, anuncia a disponibilização de um novo sítio
eletrónico ao serviço da educação especial.
O Centro de
Recursos e Formação Educação Diferente tem como principais objetivos:
-
Proporcionar ações de formação/sensibilização junto de técnicos, encarregados
de educação e restante comunidade;
- Promover a
investigação e o estudo de problemáticas relacionadas com a educação especial;
- Dinamizar
ações de intervenção junto de populações específicas: pedagógicas, terapêuticas
e de reabilitação;
- Construir,
aplicar e partilhar materiais de apoio à educação especial;
- Auxiliar e
contribuir para o esclarecimento de todas as problemáticas relacionadas com a
educação especial.
Para mais
informações, consultar as páginas do Centro de
Recursos e Formação Educação Diferente e da Cerfapie.
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
"A música é o verbo do futuro." (Victor Hugo)
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O ensaísta Eduardo Lourenço
ganhou o prémio Jacinto do Prado Coelho pela obra Tempo da música. Música do tempo. O prémio, no valor de cinco mil euros e que
distingue ensaios literários, foi atribuído por unanimidade a Eduardo Lourenço,
por esta obra publicada em 2012 que reúne textos inéditos seleccionados pela
historiadora de arte e musicóloga Barbara Aniello. O júri foi composto por
Clara Rocha, Maria João Reynaud e Teresa Martins Marques. O prémio será
entregue amanhã, às 18h30, na Sociedade Portuguesa de Autores, em Lisboa.
(fonte: Público)
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Vale mais "selfie" que "selfish"
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Os Dicionários Oxford já escolheram a palavra do ano de 2013, e a decisão unânime recaiu em selfie.
Como tem sido prática nos últimos anos, a palavra é oriunda do mundo da
Internet e designa um autorretrato tirado com um smartphone ou webcam e
partilhado nas redes sociais.
A palavra já era usada pelo menos desde 20o2, mas o seu uso na
Internet só este ano disparou, com um crescimento 17 000% – só em
outubro, terá sido usada mais de 5 biliões de vezes, de acordo com os
Dicionários Oxford.
Imagem: Garry Knight
terça-feira, 19 de novembro de 2013
"Receio o que quero, e quero o que receio." (P. Corneille)
"Nenhum professor qualificado tem de ter algum receio desta prova", diz ministro
Provas semelhantes existem
em muitas profissões. Não há razão nenhuma para não existirem no sistema
de ensino",
"Não basta ver para ver, é necessário olhar para o que se vê." (Padre António Vieira)
Francisco
recebeu em audiência uma delegação da UNITALSI, que se dedica ao cuidado
espiritual dos deficientes físicos e mentais em Itália.
O Papa pede aos
deficientes mentais e físicos que não tenham vergonha de ser “um tesouro
precioso da Igreja”.
Num discurso a
várias centenas de membros de uma associação italiana que se dedica ao cuidado
espiritual de pessoas com deficiência, Francisco insistiu que estas têm o seu
lugar na vida da Igreja e um papel a desempenhar, e criticou novamente a
“cultura do descartável”.
“O contexto
cultural e social de hoje é bastante inclinado a esconder a fragilidade física,
a encará-la unicamente com um problema, que exige renúncia e pietismo ou às
vezes descarta pessoas. A UNITALSI é chamada a ser um sinal profético e a
caminhar contra esta lógica mundana, a lógica do descartável, ajudando os que
sofrem a serem protagonistas na sociedade, na Igreja e até na associação”.
Com o auditório
Paulo VI repleto de pessoas com deficiência e seus familiares, o Papa
dirigiu-se sobretudo àqueles, pedindo que não se considerem apenas “objectos de
solidariedade e de caridade, mas sintam-se inseridos a pelo título na vida e na
missão da Igreja. Vocês têm o vosso posto, um papel específico na paróquia e no
âmbito eclesial. A vossa presença, silenciosa mas mais eloquente que tantas
palavras, a vossa oração, a oferta quotidiana do vosso sofrimento em união ao
de Jesus crucificado para a salvação do mundo, a aceitação paciente e até
alegre da vossa condição, são um recurso espiritual, um património para toda a
comunidade cristã”.
Francisco elogiou
ainda a missão da UNITALSI, por não ser de mero “assistencialismo ou
filantropia, mas um genuíno anúncio do Evangelho da caridade, um ministério da
consolação”.
Antes do discurso
do Santo Padre, uma menina do movimento falou brevemente e entregou a Francisco
um livro em formato gigante, com desenhos do Papa feitos pelas crianças do UNITALSI.
No final, Francisco
desceu para o meio da multidão e esteve muito tempo a saudar os presentes,
conversando com cada um e abraçando e beijando muitas das crianças que lá se
encontravam para o ver.
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
"Para ver claramente, basta mudar a direcção do olhar." (Saint-Exupéry)
Alunos desenvolvem semáforo para deficientes visuais
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Um projeto desenvolvido por
estudantes do Senai de Itu (SP)
pode facilitar a locomoção de deficientes visuais. O semáforo adaptado oferece
mais segurança e independência na hora de atravessar a rua.
Aparentemente é um semáforo
comum, mas a diferença é que ele está instalado no corredor de uma escola
técnica e tem um papel a mais: a inclusão social. O equipamento desenvolvido
por alunos conta com uma tecnologia diferenciada para pedestres que são
deficientes visuais. Um sistema de identificação por radiofrequência avisa a
hora certa de passar. O bracelete com um transmissor vibra e orienta o
pedestre.
(…)
Depois dos testes em
laboratório, o semáforo vai funcionar em uma rua de Itu. Mas para ser instalado
definitivamente nas vias, o equipamento precisa ser validado pelo Departamento
Nacional de Trânsito (Denatran). "Nossa parte é a criação das ideias, o
desenvolvimento da tecnologia e passamos isso para a indústria. Já existe
alguma coisa nesse sentido para compor uma parceria na fabricação desse
sistema", adianta o professor João da Silva.
domingo, 17 de novembro de 2013
Of course, my dear
Recentemente, tive a oportunidade de visitar Londres,
uma cidade que há muito queria conhecer. Como celíaca, a minha principal
preocupação foi o que poderia comer e onde, principalmente por saber que
passaria a maior parte do tempo «de um lado para o outro». Apesar de saber que
naquela cidade existe, à partida, não só mais variedade de produtos, como um
maior conhecimento sobre o que é a DC e o glúten, fiz o meu «trabalho de casa».
Contactei a Coeliac UK, Associação de Celíacos do
Reino Unido, que me facultou acesso à área de sócio do seu portal para que
pudesse recolher informação sobre os restaurantes e cafés atentos às
necessidades dos intolerantes ao glúten. Além disso, fiz uma breve pesquisa na
Internet que me permitiu identificar alguns locais seguros para comer.
Levei comigo alguns produtos para os primeiros dias,
mas rapidamente percebi que poderia adquirir as mercearias básicas em
supermercados como a Sainsbury’s ou a Tesco, espalhados pela cidade.
Na Pizza Express, uma cadeia de restaurantes, a maioria
do menu de pizzas pode ser adaptada e servida numa base sem
glúten, bastando para isso alertar o funcionário. Também servem óptimosbrownies como
sobremesa, acompanhados de um café ou chá à escolha. A Pizza Hut também dispõe
de uma base sem glúten que pode ser utilizada na maior parte da sua ementa,
além de oferecer salada para acompanhar as refeições.
A cadeia de lojas EAT disponibiliza várias opções
saudáveis, incluindo pratos vegetarianos, confeccionados na própria loja, sendo
que todos os alergénios são especificados. No Starbucks, além do brownie e
do shortbread já existentes nas lojas portuguesas, é
igualmente comercializada uma sanduíche sem glúten.
Pessoalmente, o local onde preferi comer foi o Leon,
um conceito de fast food natural, para comer na loja ou para
levar. Na ementa são indicados os alergénios de cada prato, existindo opções
isentas de glúten, de produtos lácteos e de frutos secos, além de pratos
adequados a dietas vegetarianas e vegan. As opções de sobremesa incluem brownie e
tarde de nozes pecan.
No fundo, é agradavelmente bem-vinda a sensação de que
a doença celíaca é amplamente conhecida e, perguntando na generalidade dos
estabelecimentos, os funcionários estão em condições de esclarecer o
consumidor.
sábado, 16 de novembro de 2013
"As pessoas de qualidade sabem tudo sem nunca terem aprendido nada." (Jean Molière)
Jovem prodígio com Síndrome de Down 'torna-se viral'
Um doente com Síndrome de Down chamado Emmanuel Joseph
Bishop toca violino e domina línguas como o inglês, o espanhol e o latim na
perfeição. Uma história que está a tornar-se viral na Internet.
Emmanuel foi educado em casa pelos pais, que sempre
acreditaram nas suas capacidades, aprendeu cedo a ler e descobriu com 6 anos a
paixão pelo violino.
Para mostrar que a condição com que nasceu não o
impediu de chegar onde chegou e a inspirar outros jovens com a mesma doença, o
jovem tem partilhado a sua experiência em conferências um pouco por todo o
Mundo.
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sexta-feira, 15 de novembro de 2013
E foram felizes para sempre
A ciência está em todo o lado. Mas será que também a podemos
encontrar no imaginário fantástico das histórias infantis? Nos castelos
assombrados, na floresta labiríntica, na casa de chocolate de Hansel e Gretel,
no espelho mágico da Bruxa Má ou num pé de feijão que cresce sem parar até
tocar no nariz de um gigante?
Era uma vez… Ciência
para quem gosta de histórias é
uma exposição interactiva de ciência e tecnologia que explora fenómenos e
conceitos das ciências naturais, como a Física, a Química, a Matemática, a
Geologia e a Biologia, mas também das ciências sociais e de outras áreas do
saber.
Será possível construir uma casa de palha que resista ao sopro
do lobo? E uma máquina que desmascare as mentiras do Pinóquio? Porque tinha
afinal o lobo uma boca tão grande? Conseguimos dar uma ajudinha à Hansel e ao
Gretel para encontrar o caminho de volta para casa? Poderá o João ter uma
pegada maior do que a do gigante? Teria a Branca de Neve um problema sério de
despigmentação?
Perdermo-nos numa floresta é bem melhor do que nos perdermos no trânsito,
especialmente se conseguirmos sentir o passar das quatro estações, os cheiros,
as texturas das árvores. E ainda encontrar uma mão cheia de fábulas: um sapo
que quer ser boi, uma cegonha prevenida para o mau feitio de uma raposa e uma
tartaruga que não deixa que lhe dêem a volta.
Era uma vez... Ciência para
quem gosta de histórias foi
inteiramente produzida pelo Pavilhão do Conhecimento com a colaboração
científica do Laboratório Nacional de Engenharia Civil, do Instituto de
Telecomunicações (Instituto Superior Técnico), do Instituto de Sistemas e
Robótica (IST), do Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos
Genéticos (Universidade do Porto), do Porto Interactive Center (UP) e do
Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária.
A
exposição contou, desde o seu início, com o acompanhamento e consultoria de uma
comissão científica presidida por Jorge Buescu (Departamento de Matemática da
Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa) e composta por Alexandra Nobre
(Centro de Biologia Molecular e Ambiental, Departamento de
Biologia da Universidade do Minho), Ana Margarida Ramos (Departamento de
Línguas e Culturas da Universidade de Aveiro) e Miguel Borges de Almeida
(Doutoramento em Engenharia Electrotécnica do IST e em Computer Science pela
Aalto University, Finlândia).
É uma exposição alegre, divertida e irreverente, com um sentido
de humor que agrada a crianças e adultos. Dirige-se a todos os níveis de ensino
e está acessível a públicos com necessidades especiais. Pode ser visitada no
Pavilhão do Conhecimento até Agosto
de 2014.
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