segunda-feira, 25 de novembro de 2013

De Espanha,bons ventos de inclusão (3)

Clique para aceder ao manual

O mundo a seus pés

Criança com paralisia cerebral faz tarefas escolares com os pés
(…)Gabriel não fala e nem consegue se comunicar por meio de gestos, em razão da deficiência gerada durante o parto, entretanto, é capaz de entender as pessoas que conversam com ele. “Ele presta muita atenção nas professoras e, depois, eu vou auxiliando nos exercícios que são feitos no ritmo dele. O Gabriel escreve em uma espécie de quadro que fica no chão com moldes de madeira e imãs. Ele usa os pezinhos para montar as letras. Além disso, possui um computador adaptado e com os pés usa um mouse para clicar nas letras que aparecem na tela”, contou ao G1 a monitora que o acompanha diariamente na escola, Aparecida Ferreira dos Santos.

Ela destaca que a criança assiste todas as aulas com os colegas e atua como monitora de Gabriel há três anos. O garoto nasceu no município de Alta Floresta, a 800 km da capital, mora com os pais e tem mais dois irmãos, sendo de 8 e 10 anos de idade. Há quatro anos mudou com a família para Chapada, onde reside em um loteamento. Gabriel é estudante do 6º ano do ensino fundamental e se esforça para acompanhar as aulas junto aos colegas de sala, na Escola Estadual Prof. Ana Tereza Albernaz, como destaca a professora de língua portuguesa, Ângela Malta do Carmo Faria. “O Gabriel é super participativo, tem uma ótima socialização com os colegas. É uma pessoa de bem com a vida, uma criança muito dedica e meiga”, avalia.(…)

domingo, 24 de novembro de 2013

Senhores importantes: leiam esta minha carta e façam qualquer coisa, os professores já não aguentam mais

Daniel Sampaio (foto tirada dali)
 (…)Chamo-me Carla, tenho 41 anos e sou professora de Francês, numa escola secundária com 3.º ciclo da periferia de Lisboa. Parece que pertenço agora a um grande agrupamento, mas os colegas da direcção da escola nunca tiveram tempo para falar disso e dizem apenas que foi “ordem do Ministério”. Vejo-os sempre com tarefas burocráticas, agarrados ao computador ou a resolver (?) problemas de disciplina, nem me atrevo a perguntar qualquer coisa.
Os meus alunos: um grupo de estudantes de várias origens, africanos, romenos, brasileiros e chineses. Olham para mim com ar de tédio, com frequência dizem que já ninguém fala francês e que eu deveria ensinar espanhol ou alemão. Os que falam, porque muitos pouco dizem, oscilam entre o bocejo e o alheamento total, como se nada na escola lhes dissesse respeito. As aulas são uma espécie de batalha: eu tento falar francês, escrever no quadro frases para que eles copiem, dou fichas para trabalho de grupo em fotocópias de má qualidade, grito por silêncio; eles oscilam entre a provocação e a dispersão total, conversam uns com os outros e mandam em telemóveis que mandei guardar nas mochilas. Abundam as piadas sexuais, as referências a humilhações na Internet, as alusões a graffiti nas paredes da escola. Uma rapariga de 15 anos do 8.º ano, minha aluna, é vexada na sala de aula por ter tido sexo com dois rapazes, atrás de uma moita no jardim (?) da escola.
Sim, tenho alguns bons alunos, mas o ambiente é de tal ordem que eles se envergonham dos resultados positivos. Na verdade, pouco percebem de francês: aprenderam alguns truques para responder às questões dos testes, mas não sabem construir uma frase na língua que procuro ensinar. Não querem ser apelidados de “cromos” e depressa entram no jogo, porque no pátio a perseguição pode ser dura. Os mais frágeis, vítimas de gozo e empurrões em plena sala de aula, vingam-se bem quando se tornam campeões do essa nova forma de agressão pelo computador que se tornou o reino dos mais fracos.
(…)
Não sei a quem me dirigir. A escola não tem psicólogo e muitos alunos têm graves problemas em casa, que me confidenciam em sussurro no final de algumas aulas. Não sei o que fazer: a saúde escolar não existe, a educação sexual está outra vez residual, acabou a Formação Cívica, não sei a quem enviar os alunos em risco: por isso faço o possível, mas o possível é pouco.
Senhores importantes: leiam esta minha carta e façam qualquer coisa, os professores já não aguentam mais.

Atentamente, Carla Martins
Leia todo o texto no jornal Público de hoje

"Quem acende uma luz é o primeiro a beneficiar da claridade." (Gilbert Chesterton)

SALÃO EXIBE ANDADORES ROBOTIZADOS PARA PESSOA COM DEFICIÊNCIA MOTORA OU VISUAL
Uma das novidades da edição 2013 da mostra japonesa é o Lighbot, uma espécie de andador robotizado desenvolvido pela empresa NSK que guia pessoas com deficiência visual por ruas ou dentro de ambientes repletos de móveis.
Sensores detectam obstáculos e corrigem a rota. Para passeios mais longos, é possível acionar o GPS por comando de voz e deixar que o equipamento indique o caminho.

sábado, 23 de novembro de 2013

Cuidados e caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém

 Já alguma vez falou de sexting com os seus filhos?
Afinal o que é o Sexting? O conceito é definido como o envio de imagens e vídeos sexualmente reveladores, através de mensagens. Este conceito está presente na cultura dos adolescentes e estes fazem sexting para se exibirem, seduzirem ou mostrar interesse em alguém. Muitos deles usam o sexting para assinalar um compromisso, contudo no momento em que um relacionamento termina, alguém terá em sua posse uma imagem comprometedora que pode ser publicada e ter um acesso público.
Esta prática é preocupante na medida em que atualmente, todos os conteúdos podem ser copiados, reenviados, publicados e divulgados para públicos de grandes dimensões. Estes conteúdos nas mãos de adolescentes tendem a cair num contexto de humilhação, tornando-se um objeto do ridículo e podendo assumir graves consequências psicológicas para a vítima.
Sugerimos que nunca espere por um incidente destes acontecer. Converse sobre as consequências do sexting com os seus filhos. Poderá ser desconfortável, mas estará a garantir que estão informados das consequências para este problema:
- Relembre que uma imagem enviada não é recuperável. Uma vez enviada, o seu filho perderá o controle sobre ela;
- Questione-os sobre como se iriam sentir, se os professores, colegas, familiares e amigos vissem as fotos deles;
- Demonstre-se compreensivo, relativamente ao facto de os seus filhos poderem sentir-se impelidos ou desafiados a enviar algo, mas relembre-os que a humilhação social a que se sujeitam por isso, é bastante pior do que alguma pressão que enfrentem;
- Explique-lhes que como cidadãos responsáveis, se receberem uma foto sexualmente reveladora, que a devem eliminar, sendo parte de uma solução e não de um problema.
Não é preciso dramatizar o problema, tente manter uma postura aberta e prática ao conversar destas questões com os seus filhos, para evitar que se sintam constrangidos por falar nestes tópicos com eles. Mesmo que se possam sentir incomodados inicialmente, irão entender as nossas preocupações enquanto pais.
Fonte: Common Sense Media

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Notícia cá de dentro que vem lá de fora

Para protestar contra quem ocupa as vagas exclusivas para deficientes físicos, cadeirantes de Portugal apostaram na ironia, “estacionando” suas cadeiras de rodas em vagas comuns. O movimento foi feito em Lisboa e brincava com a desculpa normalmente usada por pessoas que param em espaços reservados: “fomos ali e não demoramos nada”
Uma foto do movimento foi postada no Facebook no dia 11 deste mês e, até então, já foi compartilhada por mais de 27 mil pessoas.


Erros meus, má fortuna

Os professores que na construção do texto da Prova de Avaliação tenham mais de dez erros de ortografia, de pontuação ou de morfologia serão classificados com zero valores nesse item, segundo o Guia da Prova divulgado esta noite.
A componente comum da Prova de Avaliação de Conhecimentos e Capacidades (PACC) será composta por 32 itens de selecção (escolha múltipla) e um "item de construção", no qual é pedido aos docentes que escrevam um texto segundo o Acordo Ortográfico actualmente em vigor com um número de palavras compreendido entre 250 e 350.
As perguntas de escolha múltipla vão valer 80% da prova, enquanto o "item de construção" corresponderá a 20% do total, segundo informação disponibilizada no site do Instituto de Avaliação Educativa (IAVE), em http://www.pacc.gave.min-edu.pt/np4/home.html.
"São classificadas com zero pontos as respostas que não atinjam o nível de desempenho mais baixo ou quando se verifique uma das seguintes condições: afastamento integral do tema; mais de seis erros de sintaxe; mais de dez erros inequívocos de pontuação; mais de dez erros de ortografia ou de morfologia", lê-se no Guia da Prova.
Os erros de acentuação e de translineação, assim como o uso indevido de letra minúscula ou de letra maiúscula inicial também são considerados erros de ortografia.
Os avaliadores também terão em consideração critérios como o respeito pela instrução relativa ao tema, a adequação da estrutura à tipologia requerida pela instrução (exposição introdutória, desenvolvimento argumentativo e conclusão) e a clareza e coerência na apresentação das ideias e dos argumentos relevantes.
Já no caso dos itens de escolha múltipla, "só são consideradas as respostas que registem de forma inequívoca a única opção correcta".
As respostas serão dadas em folha de respostas própria, só podendo ser usado caneta ou esferográfica de tinta indelével preta.
O documento divulgado pouco antes da meia-noite de sexta-feira apresenta alguns exemplos ilustrativos dos itens da componente comum da prova, que terá a duração de 120 minutos.
O IAVE lembra que a componente comum da prova "tem por objectivo avaliar o desempenho dos candidatos ao exercício de funções docentes no que respeita a conhecimentos e capacidades considerados essenciais para a docência nos diferentes níveis de ensino, nomeadamente no que respeita à leitura e interpretação de textos de diversas tipologias, à mobilização do raciocínio lógico e do pensamento crítico orientado para a resolução de problemas em contextos não disciplinares e ao domínio da expressão escrita".
A prova destinada aos docentes sem vínculo à função pública está marcada para o dia 18 de Dezembro.

Lusa/SOL

"É aquilo que fazemos do que temos, e não o que nos foi dado, que distingue uma pessoa de outra." (Mandela)

EDUCAÇÃO DIFERENTE - RECURSOS E FORMAÇÃO 
O Cerfapie, Centro de Recursos e de Formação da APIE - Associação Portuguesa de Investigação Educacional, anuncia a disponibilização de um novo sítio eletrónico ao serviço da educação especial.
O Centro de Recursos e Formação Educação Diferente tem como principais objetivos:
- Proporcionar ações de formação/sensibilização junto de técnicos, encarregados de educação e restante comunidade;
- Promover a investigação e o estudo de problemáticas relacionadas com a educação especial;
- Dinamizar ações de intervenção junto de populações específicas: pedagógicas, terapêuticas e de reabilitação;
- Construir, aplicar e partilhar materiais de apoio à educação especial;
- Auxiliar e contribuir para o esclarecimento de todas as problemáticas relacionadas com a educação especial.


Para mais informações, consultar as páginas do Centro de Recursos e Formação Educação Diferente e da Cerfapie.

  

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

"A música é o verbo do futuro." (Victor Hugo)


Clique para saber mais
O ensaísta Eduardo Lourenço ganhou o prémio Jacinto do Prado Coelho pela obra Tempo da música. Música do tempo. O prémio, no valor de cinco mil euros e que distingue ensaios literários, foi atribuído por unanimidade a Eduardo Lourenço, por esta obra publicada em 2012 que reúne textos inéditos seleccionados pela historiadora de arte e musicóloga Barbara Aniello. O júri foi composto por Clara Rocha, Maria João Reynaud e Teresa Martins Marques. O prémio será entregue amanhã, às 18h30, na Sociedade Portuguesa de Autores, em Lisboa. (fonte: Público)

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Vale mais "selfie" que "selfish"



Clique para saber mais
 Os  Dicionários Oxford já escolheram a palavra do ano de 2013, e a decisão unânime recaiu em selfie. Como tem sido prática nos últimos anos, a palavra é oriunda do mundo da Internet e designa um autorretrato tirado com um smartphone ou webcam e partilhado nas redes sociais.

A palavra já era usada pelo menos desde 20o2, mas o seu uso na Internet só este ano disparou, com um crescimento 17 000% – só em outubro, terá sido usada mais de 5 biliões de vezes, de acordo com  os Dicionários Oxford.
Imagem: Garry Knight

terça-feira, 19 de novembro de 2013

"Receio o que quero, e quero o que receio." (P. Corneille)

"Nenhum professor qualificado tem de ter algum receio desta prova", diz ministro



Provas semelhantes existem em muitas profissões. Não há razão nenhuma para  não existirem no sistema de ensino",

De Espanha, bons ventos inclusivos (1)

Clique para aceder ao manual

"Não basta ver para ver, é necessário olhar para o que se vê." (Padre António Vieira)

Francisco recebeu em audiência uma delegação da UNITALSI, que se dedica ao cuidado espiritual dos deficientes físicos e mentais em Itália.  

O Papa pede aos deficientes mentais e físicos que não tenham vergonha de ser “um tesouro precioso da Igreja”. 

Num discurso a várias centenas de membros de uma associação italiana que se dedica ao cuidado espiritual de pessoas com deficiência, Francisco insistiu que estas têm o seu lugar na vida da Igreja e um papel a desempenhar, e criticou novamente a “cultura do descartável”. 
“O contexto cultural e social de hoje é bastante inclinado a esconder a fragilidade física, a encará-la unicamente com um problema, que exige renúncia e pietismo ou às vezes descarta pessoas. A UNITALSI é chamada a ser um sinal profético e a caminhar contra esta lógica mundana, a lógica do descartável, ajudando os que sofrem a serem protagonistas na sociedade, na Igreja e até na associação”. 
Com o auditório Paulo VI repleto de pessoas com deficiência e seus familiares, o Papa dirigiu-se sobretudo àqueles, pedindo que não se considerem apenas “objectos de solidariedade e de caridade, mas sintam-se inseridos a pelo título na vida e na missão da Igreja. Vocês têm o vosso posto, um papel específico na paróquia e no âmbito eclesial. A vossa presença, silenciosa mas mais eloquente que tantas palavras, a vossa oração, a oferta quotidiana do vosso sofrimento em união ao de Jesus crucificado para a salvação do mundo, a aceitação paciente e até alegre da vossa condição, são um recurso espiritual, um património para toda a comunidade cristã”. 
Francisco elogiou ainda a missão da UNITALSI, por não ser de mero “assistencialismo ou filantropia, mas um genuíno anúncio do Evangelho da caridade, um ministério da consolação”. 
Antes do discurso do Santo Padre, uma menina do movimento falou brevemente e entregou a Francisco um livro em formato gigante, com desenhos do Papa feitos pelas crianças do UNITALSI. 
No final, Francisco desceu para o meio da multidão e esteve muito tempo a saudar os presentes, conversando com cada um e abraçando e beijando muitas das crianças que lá se encontravam para o ver.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

"Para ver claramente, basta mudar a direcção do olhar." (Saint-Exupéry)

Alunos desenvolvem semáforo para deficientes visuais

Clique para ver vídeo
Um projeto desenvolvido por estudantes do Senai de Itu (SP) pode facilitar a locomoção de deficientes visuais. O semáforo adaptado oferece mais segurança e independência na hora de atravessar a rua.
Aparentemente é um semáforo comum, mas a diferença é que ele está instalado no corredor de uma escola técnica e tem um papel a mais: a inclusão social. O equipamento desenvolvido por alunos conta com uma tecnologia diferenciada para pedestres que são deficientes visuais. Um sistema de identificação por radiofrequência avisa a hora certa de passar. O bracelete com um transmissor vibra e orienta o pedestre.
(…)
Depois dos testes em laboratório, o semáforo vai funcionar em uma rua de Itu. Mas para ser instalado definitivamente nas vias, o equipamento precisa ser validado pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). "Nossa parte é a criação das ideias, o desenvolvimento da tecnologia e passamos isso para a indústria. Já existe alguma coisa nesse sentido para compor uma parceria na fabricação desse sistema", adianta o professor João da Silva.

 



domingo, 17 de novembro de 2013

Paz à sua alma

Morreu Doris Lessing, uma contadora de histórias de intelecto feroz e coração afectuoso

Visto aqui

Of course, my dear

Recentemente, tive a oportunidade de visitar Londres, uma cidade que há muito queria conhecer. Como celíaca, a minha principal preocupação foi o que poderia comer e onde, principalmente por saber que passaria a maior parte do tempo «de um lado para o outro». Apesar de saber que naquela cidade existe, à partida, não só mais variedade de produtos, como um maior conhecimento sobre o que é a DC e o glúten, fiz o meu «trabalho de casa».

Contactei a Coeliac UK, Associação de Celíacos do Reino Unido, que me facultou acesso à área de sócio do seu portal para que pudesse recolher informação sobre os restaurantes e cafés atentos às necessidades dos intolerantes ao glúten. Além disso, fiz uma breve pesquisa na Internet que me permitiu identificar alguns locais seguros para comer.

Levei comigo alguns produtos para os primeiros dias, mas rapidamente percebi que poderia adquirir as mercearias básicas em supermercados como a Sainsbury’s ou a Tesco, espalhados pela cidade.
Na Pizza Express, uma cadeia de restaurantes, a maioria do menu de pizzas pode ser adaptada e servida numa base sem glúten, bastando para isso alertar o funcionário. Também servem óptimosbrownies como sobremesa, acompanhados de um café ou chá à escolha. A Pizza Hut também dispõe de uma base sem glúten que pode ser utilizada na maior parte da sua ementa, além de oferecer salada para acompanhar as refeições.

A cadeia de lojas EAT disponibiliza várias opções saudáveis, incluindo pratos vegetarianos, confeccionados na própria loja, sendo que todos os alergénios são especificados. No Starbucks, além do brownie e do shortbread já existentes nas lojas portuguesas, é igualmente comercializada uma sanduíche sem glúten.

Pessoalmente, o local onde preferi comer foi o Leon, um conceito de fast food natural, para comer na loja ou para levar. Na ementa são indicados os alergénios de cada prato, existindo opções isentas de glúten, de produtos lácteos e de frutos secos, além de pratos adequados a dietas vegetarianas e vegan. As opções de sobremesa incluem brownie e tarde de nozes pecan.


No fundo, é agradavelmente bem-vinda a sensação de que a doença celíaca é amplamente conhecida e, perguntando na generalidade dos estabelecimentos, os funcionários estão em condições de esclarecer o consumidor.

sábado, 16 de novembro de 2013

"As pessoas de qualidade sabem tudo sem nunca terem aprendido nada." (Jean Molière)

Jovem prodígio com Síndrome de Down 'torna-se viral'

Um doente com Síndrome de Down chamado Emmanuel Joseph Bishop toca violino e domina línguas como o inglês, o espanhol e o latim na perfeição. Uma história que está a tornar-se viral na Internet.
Emmanuel foi educado em casa pelos pais, que sempre acreditaram nas suas capacidades, aprendeu cedo a ler e descobriu com 6 anos a paixão pelo violino.
Para mostrar que a condição com que nasceu não o impediu de chegar onde chegou e a inspirar outros jovens com a mesma doença, o jovem tem partilhado a sua experiência em conferências um pouco por todo o Mundo. 


Clique para ver o vídeo

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

E foram felizes para sempre


A ciência está em todo o lado. Mas será que também a podemos encontrar no imaginário fantástico das histórias infantis? Nos castelos assombrados, na floresta labiríntica, na casa de chocolate de Hansel e Gretel, no espelho mágico da Bruxa Má ou num pé de feijão que cresce sem parar até tocar no nariz de um gigante? 

Era uma vez… Ciência para quem gosta de histórias é uma exposição interactiva de ciência e tecnologia que explora fenómenos e conceitos das ciências naturais, como a Física, a Química, a Matemática, a Geologia e a Biologia, mas também das ciências sociais e de outras áreas do saber.

Será possível construir uma casa de palha que resista ao sopro do lobo? E uma máquina que desmascare as mentiras do Pinóquio? Porque tinha afinal o lobo uma boca tão grande? Conseguimos dar uma ajudinha à Hansel e ao Gretel para encontrar o caminho de volta para casa? Poderá o João ter uma pegada maior do que a do gigante? Teria a Branca de Neve um problema sério de despigmentação? 

Perdermo-nos numa floresta é bem melhor do que nos perdermos no trânsito, especialmente se conseguirmos sentir o passar das quatro estações, os cheiros, as texturas das árvores. E ainda encontrar uma mão cheia de fábulas: um sapo que quer ser boi, uma cegonha prevenida para o mau feitio de uma raposa e uma tartaruga que não deixa que lhe dêem a volta. 

Era uma vez... Ciência para quem gosta de histórias foi inteiramente produzida pelo Pavilhão do Conhecimento com a colaboração científica do Laboratório Nacional de Engenharia Civil, do Instituto de Telecomunicações (Instituto Superior Técnico), do Instituto de Sistemas e Robótica (IST), do Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos (Universidade do Porto), do Porto Interactive Center (UP) e do Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária.

A exposição contou, desde o seu início, com o acompanhamento e consultoria de uma comissão científica presidida por Jorge Buescu (Departamento de Matemática da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa) e composta por Alexandra Nobre (Centro de Biologia Molecular e Ambiental, Departamento de Biologia da Universidade do Minho), Ana Margarida Ramos (Departamento de Línguas e Culturas da Universidade de Aveiro) e Miguel Borges de Almeida (Doutoramento em Engenharia Electrotécnica do IST e em Computer Science pela Aalto University, Finlândia).

É uma exposição alegre, divertida e irreverente, com um sentido de humor que agrada a crianças e adultos. Dirige-se a todos os níveis de ensino e está acessível a públicos com necessidades especiais. Pode ser visitada no Pavilhão do Conhecimento até Agosto de 2014.

Era uma vez...






A iniciativa Conta-nos uma história! - Podcast na Educação é um concurso promovido pelo Ministério da Educação e Ciência, através da Direção-Geral da Educação (DGE), da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) e do Plano Nacional de Leitura (PNL), contando com o apoio da Microsoft.
Este concurso visa a conceção e desenvolvimento de recursos digitais áudio e vídeo que decorram da criação de histórias originais ou do reconto de contos, fábulas, parábolas, lendas ou outros textos já existentes.
O concurso dirige-se às escolas de Educação Pré-escolar e de 1.º Ciclo do Ensino Básico.
A candidatura à 5ª edição do concurso «Conta-nos uma história!»  decorre até 15 de janeiro de 2014, sendo realizada através do preenchimento do respetivo formulário em linha. O período para submissão de trabalhos  vai de 16 de janeiro a 31 de março.

Para a leitura do regulamento e outros esclarecimentos, deverá ser consultado o sítio web de apoio ao concurso ou enviada uma mensagem de correio eletrónico para podcast@dge.mec.pt.