domingo, 3 de novembro de 2013

"Fazer poesia é confessar-se." (Friedrich Klopstock)

Diogo Lopes tem 14 anos e sofre de uma doença neuromuscular degenerativa. Decidiu aliar o seu talento no universo das letras a uma causa: em Dezembro o jovem vai lançar um livro de poesia cujos lucros vão servir para criar uma Associação Portuguesa de 'Charcot-Marie-Tooth'.
"ContraBaixo" é o título do livro de Diogo (na foto abaixo). A obra vai ser publicada pela editora Alfarroba e conta com prefácios do comediante Nilton, do escritor Valério Romão e da cantora Maria João Grancha, revelou Susana Moura, mãe de Diogo, ao Boas Notícias. 

O lançamento da obra está marcado para o dia 6 de Dezembro, às 21h, no Le Foyer da Escola de Música do Conservatório Nacional. Com as receitas dos direitos de autor, o jovem pretende fundar a primeira associação portuguesa de apoio à doença.

Para além da poesia, Diogo tem também talento para a música. Segundo a mãe, o jovem é aluno da Escola de Música do Conservatório Nacional e integra a orquestra de Jazz BBJ-Big Ban Júnior do Hot Club de Portugal. 

Diogo sofre de Charcot-Marie-Tooth, uma doença degenerativa que atinge os nervos periférios, que fazem a ligação entre a medula espinal e os músculos, perturbando a condução dos impulsos nervosos. 

Clique AQUI para saber mais sobre este evento no Facebook. 


sábado, 2 de novembro de 2013

Para melhor está bem, está bem, para pior já basta assim*

O Ministério da Educação quer reavaliar o que é uma necessidade educativa especial. O secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário, João Grancho, afirma que algumas necessidades educativas especiais que agora são consideradas permanentes podem passar a ser consideradas temporárias, deixando por isso de estar ao abrigo do ensino especial.
João Grancho garante à Antena1 que a ideia não é reduzir o conjunto das necessidades educativas especiais, mas sim prevenir que as escolas se tornem cenários terapêuticos. Em breve o Ministério da Educação vai chamar pais, professores, técnicos e especialistas em ensino especial para começar a mudar a lei da educação especial.

 Verso de um poema (adaptação de Fausto e Sérgio Godinho) que pode ser lido aqui

UM GOLO DE BANDEIRA

Uma determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), proferida pelo ministro Joaquim Barbosa obriga a empresa aérea Gol a transportar de graça até dois passageiros portadores de deficiência em voos domésticos. A decisão foi anunciada em agosto e beneficia os deficientes que comprovem não ter condições de pagar pelos bilhetes aéreos e que possuam o passe livre interestadual.
No  apenas a Gol oferece este benefício. Para ter acesso à gratuidade, o passageiro deverá procurar a empresa 15 dias antes do voo para verificar disponibilidade de vagas pelo telefone 0300-115-2121.
Segundo o presidente da Federação de Entidades de Pessoas com Deficiência de Alagoas (FEDEFAL), João Ferreira Lima, essa é mais uma grande conquista do movimento da pessoa com deficiência no Brasil. “Ressalto a decisão do Supremo Tribunal Federal  e entendo que assegurar o direito de gratuidade em passagens aéreas à pessoa com deficiência é uma forma de garantir livre direito de locomoção das pessoas com deficiência”, observa.
Segundo a federação, o aceso ao passe livre interestadual é destinado às pessoas com deficiência comprovadamente carente com renda familiar per capita igual ou inferior a um salário mínimo. Para ter acesso ao passe livre interestadual o portador de deficiência deverá entrar no site do Ministério dos Transportes  http://www.transportes.gov.br e fazer o download dos formulários necessários.


sexta-feira, 1 de novembro de 2013

"Imitação é suicídio."(Ralph Emerson)

Alunos entre os 10 e os 12 anos consomem sal em excesso
Um estudo realizado pelo Centro de Excelência de Hipertensão e Risco Cardiovascular do Centro Hospitalar do Alto Ave (CHAA) permitiu concluir que os alunos com idades compreendidas entre os 10 e os 12 anos consomem sal em excesso.
A investigação iniciou-se em 2010 e envolveu um total de 155 alunos da Escola EB 2,3 Prof. João de Meira, em Guimarães.
“Não há estudos em Portugal sobre o consumo de sal em alunos destas idades. Foi um estudo pioneiro na avaliação de uma intervenção ativa. Toda a comunidade médica sabe que a diminuição do consumo de sal pode prevenir a hipertensão, que é um dos principais fatores de risco de doença cardiovascular”, referiu Jorge Cotter, diretor de Serviço de Medicina Interna e um dos coordenadores do estudo.
O trabalho foi realizado em parceria com várias entidades: o CHAA, a Escola de Ciências da Saúde e o Instituto de Investigação em Ciências da Vida e Saúde da Universidade do Minho e a Escola João de Meira.
Os principais objetivos foram avaliar o consumo de sal numa comunidade escolar e estudar a influência que o trabalho num jardim de aromas pode ter na diminuição do consumo de sal, no decurso de um ano letivo.
Nove turmas dos 5.º e 6.º anos de escolaridade foram envolvidas, assim como os professores e os encarregados de educação. A avaliação incluiu a medição da pressão arterial, o índice de massa corporal e a determinação da excreção de sódio na urina de 24 horas.
As conclusões foram que o consumo de sal nos alunos está bem acima do recomendado. Ainda que o trabalho no jardim de aromas (os alunos participaram ativamente no cultivo de ervas aromáticas, num espaço da escola, para consumirem em vez do sal) tenha conduzido a uma diminuição clinicamente significativa na ingestão de sal.
Permitiu ainda perceber que, a médio prazo, podem conseguir-se ganhos significativos na morbilidade e mortalidade cardiovascular, como consequência da diminuição da ingestão de sal na população em geral.
Os resultados deste estudo foram recentemente apresentados em Londres, no congresso europeu de hipertensão e risco cardiovascular, e publicados este mês no Journal of Hipertension, uma das consideradas mais prestigiadas publicações mundiais na área de hipertensão.
Os autores do estudo decidiram prosseguir a investigação, alargando-a a uma amostra significativamente superior, incluindo alunos com idades compreendidas entre os 10 e os 15 anos, o que significa envolver mais de 800 alunos da referida escola.
“Perante as conclusões deste trabalho inicial, pensamos que se justifica um trabalho em escala maior. A confirmação destes dados pode levar à revisão de alguns critérios pedagógicos escolares, onde a aprendizagem sobre as alternativas à ingestão de sal nestas idades poderão trazer importantes ganhos para a saúde cardiovascular”, sublinhou Jorge Cotter.


quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Libertem o sistema e valorizem os professores

Os exames nacionais são um termómetro indispensável em qualquer sistema de ensino. Na avaliação dos alunos não são apenas estes que são avaliados, mas também os professores, as escolas e o sistema educativo no seu conjunto. Os exames no final do ensino básico e no final do secundário (ficam aqui de lado os exames no final dos 1.º e 2.º ciclos do ensino básico) estão já consolidados entre nós, sendo aceites como uma boa prática, apesar de ainda aparecerem algumas vozes que os criticam, saudosas da menorização que eles sofreram num passado recente. As provas públicas nacionais colocam os alunos em condições de igualdade, permitindo conhecer quem mais progrediu e, com alguma análise, perceber como se poderá melhorar o sistema educativo.


 Porém, se os portugueses estão satisfeitos com a institucionalização dos exames, já não estão contentes com os resultados. Os exames foram este ano de novo razão do nosso descontentamento, por ter havido diminuição de médias na maior parte das disciplinas. No ensino básico, em Português, na 1.ª fase, a média desceu de 54 para 48%, a mais baixa nos últimos nove anos, e em Matemática desceu de 54 para 44%, uma das mais baixas nos últimos seis anos (consideram-se aqui apenas os alunos internos, que frequentaram a escola e tiveram nota para ir a exame, e não os alunos externos, que, embora em menor número, fazem baixar bastante a média). Por seu lado, no ensino secundário, em Português a média desceu de 52 para 48% e em Matemática A desceu de 52 para 49%, nos dois casos a mais baixa nos últimos seis anos. No ensino básico não há exames de Ciências Físico-Químicas e de Ciências Naturais. Mas há-os no secundário e os resultados foram piores do que em Português e Matemática, como aliás tem sido usual. Em 2013 a média do exame de Física e Química A foi de 41%, um valor negativo semelhante ao do ano passado, e a de Biologia e Geologia foi de 42%, também negativo mas neste caso a média mais baixa dos últimos seis anos. Só não há mais chumbos porque as notas internas contrariam de forma gritante as notas externas (que no secundário só contam 30% para a nota final).
(…)

Muito há ainda a fazer para melhorar a nossa educação. A austeridade que estamos a viver não deveria impedir o investimento em experiências inovadoras, ainda que em escala limitada. Mas o Ministério parece andar mais preocupado com os cortes orçamentais do que com a promoção da qualidade. Esta promoção terá de passar não só por uma libertação do sistema, que continua centralizado e monolítico, mas também pela valorização dos professores, em especial aqueles que, em condições difíceis, têm dado o seu melhor.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

"Amo-o tanto que não sei amá-lo academicamente" (Maria Rueff)

Lobo Antunes anuncia novo romance para 2014

Sairá primeiro na Holanda e só depois em Portugal, mas uma coisa é certa: no início do próximo ano há novo romance de António Lobo Antunes. Chama-se Caminha como numa Casa em Chamas e passa-se num prédio onde os moradores, narradores solitários de si mesmos, são incapazes de compreender e de ser compreendidos. O anúncio foi feito ontem à tarde no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, perante uma sala cheia de leitores apaixonados.
Porquê na Holanda? "Porque na Holanda há bicicletas de longos cabelos louros e luminosos a cruzarem as ruas", explicou o escritor, ainda debilitado por um internamento hospitalar recente antes de afirmar: "Não trocava os meus livros pela minha saúde."
A atriz Maria Rueff tinha 15 anos e o pai internado no hospital Miguel Bombarda, quando a irmã lhe deu a descobrir o livro Memória de Elefante. Numa das visitas ao pai levou o livro, armou-se de coragem e bateu à porta do médico que o tinha escrito. Ele recebeu-a, autografou-lhe o livro e foi o primeiro a grafar-lhe o nome pelo qual viria a tornar-se conhecida: Maria Rueff. A mestre do riso chorou e fez chorar a sala do CCB, onde estavam presentes Eduardo Lourenço, Júlio Pomar, Ana Luísa Amaral, Mário Vieira de Carvalho.
"Amo-o tanto que não sei amá-lo academicamente", foi com esta declaração de intenções que Rueff disse aquilo que muitas pessoas na assistência gostariam de dizer: que encontrou na obra de Lobo Antunes "o sublime que nos salva" antes de recordar o seu primeiro e decisivo encontro com o escritor.
Depois de uma tarde de intervenções de vários académicos, e leitores, António Lobo Antunes agradeceu "a ternura" e disse não conceber o mundo "sem ternura e generosidade". Numa intervenção curta o escritor defendeu que a "literatura não é um prazer", é sim "um alto preço que se paga em saúde, em esperança e em confronto constante com os próprios erros e limitações".

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

e sobre Pedagogia disse nada

Os candidatos ao curso do Ensino Superior em Educação Básica vão ser obrigados a fazer exames de Português e de Matemática como provas de ingresso nesta licenciatura. A garantia foi dada hoje pelo ministro da Educação, Nuno Crato.
"Vamos reforçar a vertente científica dos cursos e tornar obrigatórias para a licenciatura de Educação Básica as provas de ingresso das áreas de Português e Matemática", explicou Nuno Crato nas jornadas parlamentares conjuntas do PSD e do CDS que decorrem hoje e amanhã no Parlamento.
O governante, que apresentava as principais linhas inscritas no Orçamento do Estado para 2014 sobre o sector da Educação, frisou que não faz sentido um candidato a professor do 1.º Ciclo estar a ensinar disciplinas onde não conseguiu avaliação positiva.
"Até aqui era possível um professor ensinar Matemática sem ter a disciplina no secundário ou tendo chumbado no 2.º e 3.º ciclo, entrar num curso de vertente de ensino básico e anos mais tarde estar a ensinar estas matérias", justificou.

Nuno Crato reiterou, perante os deputados da maioria que suporta o Governo, que a tutela está orientada em fazer com que os alunos "aprendam mais e melhor. Não basta passar certificados", concluiu.

Coragem é o meu nome do/no meio

Para saber mais, clique aqui
Um francês que sofre de esclerose múltipla tornou-se, neste domingo, a primeira pessoa portadora de deficiência a saltar de paraquedas no Monte Everest, o cume mais alto da Terra, completando com sucesso sua aterrissagem antes de ser levado para o hospital preventivamente.
"Eu me sinto muito feliz. Estou exausto, mas muito feliz", disse Marc Kopp da cama de um hospital em Katmandu, onde os médicos o examinaram em busca de eventuais ferimentos provocados durante o salto.
Com 55 anos, Kopp, que mora em Longwy, a nordeste de Paris, vive há mais de uma década de esclerose múltipla, doença degenerativa do sistema nervoso, que interrompe a comunicação do cérebro com o corpo.
Com os músculos enfraquecidos, lesões surgem no cérebro e na medula espinhal e, em casos mais graves, os pacientes podem perder a capacidade de falar ou caminhar.
No salto duplo, Kopp pulou de um helicóptero que sobrevoava a montanha a 10.000 metros de altitude, acompanhado do amigo, o campeão de skydive Mario Gervasi.
"Espero que minha iniciativa inspire outros que vivem com esta doença. Espero que muitos outros sigam os meus passos", declarou Kopp à AFP.
Ele explicou que os preparativos para o salto foram "muito dolorosos" e provocaram dores em todo o corpo.
Embora costume usar cadeira de rodas para se deslocar, a trilha pela cordilheira do Hilamaia significou para ele passar várias horas por dia no dorso de um cavalo, o que castigou sua espinha, até chegar ao local de onde o helicóptero partiu.
"Houve muitas vezes nos últimos dias em que pensei que não conseguiria realizar meu sonho", afirmou.
Com ajuda de amigos e admiradores, Kopp conseguiu arrecadar 26.000 euros (US$ 35.885) para a viagem.
Após concluir o salto, na manhã deste domingo, ele retornou a Katmandu de helicóptero, onde os médicos o aconselharam a tirar um dia de descanso.
Kopp foi diagnosticado em 2001 com esclerose múltipla progressiva primária, uma forma da doença sem quase nenhum prospecto de remissão.
Ele trabalha como voluntário e gerencia um grupo de apoio para pessoas com a mesma doença.


sábado, 26 de outubro de 2013

Ordem Franciscana

Mais de mil pessoas continuam deslocadas no Japão devido ao tufão"Francisco"


Cerca de 1.300 pessoas continuavam hoje deslocadas no Japão devido à passagem do tufão "Francisco", que tem causado fortes chuvas, enquanto se mantém o alerta para eventuais inundações e deslizamentos de terras em todo o país.
Papa expulsa "bispo do luxo"
O Papa Francisco expulsou o bispo de Limburg (sudoeste da Alemanha), Franz-Peter Tebartz-van Elst, da sua diocese. A expulsão deveu-se ao facto de o membro da Igreja católica, conhecido por levar um estilo de vida luxuoso, gastar cerca de 31 milhões de euros na construção da sua casa, avança o Vaticano, esta quarta-feira, citado pela agência Reuters.

"O mundo só poderá ser salvo, caso o possa ser, pelos insubmissos." (André Gide)

O Grupo Dançando com a Diferença nasceu de uma iniciativa mais ampla chamada Projeto Dançando com a Diferença, desenvolvida de Setembro de 2001 a Junho de 2007 na DREER – Direção Regional de Educação Especial e Reabilitação.
Desde então, esta iniciativa da responsabilidade de Henrique Amoedo, desenvolve-se através da Associação dos Amigos da Arte Inclusiva – Dançando com a Diferença.
A inovação e a ousadia, entre tantas outras, são características da Arte Contemporânea e consequentemente, estão presentes neste trabalho. Não de forma gratuita e inconsequente, mas sim com uma postura de que só poderemos contribuir para a modificação da imagem social das pessoas com deficiência se soubermos aliá-las e apresentá-las para o público, de forma a confrontá-lo com esta realidade.
Estas mesmas características foram capazes de abrir as portas para que diferentes protocolos de colaboração fossem estabelecidos entre nós e outras instituições. Destacam-se o protocolo de residência no Centro das Artes Casa das Mudas estabelecido com a Sociedade de Desenvolvimento Ponta do Oeste e a criação de grupos de dança para a população menos jovem, num protocolo estabelecido com a Câmara Municipal do Funchal e ainda a colaboração com a Secretaria Regional de Educação / Direção Regional dos Assuntos Culturais / Direção Regional de Educação Especial e Reabilitação, na manutenção e desenvolvimento das atividades de Dança Inclusiva na Região Autónoma da Madeira.
Este amplo projeto com ações educacionais, de apoio terapêutico e, principalmente artísticas atende diretamente cem pessoas, entre crianças, jovens, adultos e menos jovens e pretendemos que continue a crescer ampliando a sua participação e competitividade no “mercado da dança” pois, de bailarinos se trata, que dançam com o corpo e não “apesar do corpo”.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

"Nunca ninguém conseguirá ir ao fundo de um riso de criança." (Victor Hugo)

Foto vista aqui
A Direção-Geral da Saúde (DGS) recomenda que as crianças com menos de sete anos que frequentem o jardim-de-infância passem ser submetidas semestralmente a tratamentos com verniz de flúor, substância que serve para evitar cáries.
De acordo com a orientação publicada no site da DGS, atendendo aos "benefícios comprovados do flúor tópico na prevenção da cárie" e à sua facilidade de aplicação, as crianças que andam no jardim-de-infância devem passar a receber verniz de flúor, no âmbito do Programa Nacional de Promoção da Saúde Oral.

A autoridade de saúde avisa ainda os profissionais que devem obter a autorização expressa dos pais para a aplicação do verniz de flúor, enviando aos encarregados de educação um folheto informativo sobre o assunto.

"Comparar não é, para um ignorante, senão um meio cómodo de se eximir de julgar." (Johann Goethe)

O Seminário Internacional "Educação e inclusão: perspetivas comparadas (Portugal / Brasil)" decorre no dia 4 de novembro, no Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, e realiza-se no âmbito do convénio entre a Universidade de Lisboa e a Universidade Federal do Espírito Santo e a propósito da vinda a Portugal de uma missão da UFES, que inclui professores e estudantes de pós-graduação. Tendo em conta a composição e os interesses da missão, o tema “Educação e inclusão” será abordado a partir de várias perspetivas, articulando dimensões como a psicológica, a pedagógica, a política, a sociológica, a histórica e a cultural, entre outras, e enfatizando, num segundo momento, a problemática da Educação Especial.

Entrada livre, mas sujeita a inscrição prévia e limitada à lotação da sala 

Para mais informações, designadamente do programa, aqui.


quarta-feira, 23 de outubro de 2013

"Quando o meu amigo está infeliz, vou ao seu encontro; quando está feliz, espero por ele." (Henri Amiel)

Clique para ver o vídeo
Comercial da cerveja Guinness enfoca uma mensagem de inclusão e só coloca seu produto no fechamento do vídeo
Comerciais de cerveja não costumam sair da cartilha previsível de gente jovem, mulheres bonitas ou homens barbudos em grupos barulhentos. Mas um tocante vídeo da marca de cervejas irlandesa Guinness trouxe um pouco de frescor para esse cenário.
O filme começa com um jogo de basquete entre amigos, determinados, competitivos e ruidosos. Mas o time que surge na tela não é o que parece – e a lição principal, sobre amizade, traz um final surpreendente. A campanha faz parte do conceito “Made of more”, novo slogan mundial da marca.
O vídeo, assinado pela BBDO Nova York, ultrapassa as 6,9 milhões de visualizações no YouTube.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

A palavra fere mais que mil punhais , o tom, mais que a palavra! ( Goethe )

Docentes são os mais atingidos pelos cortes


Nos cofres do Estado deverá entrar uma poupança anual de mais 400 milhões com as reduções salariais dos professores.
O maior grupo profissional do Estado, com 137 mil funcionários públicos e uma média salarial de 1957 euros, vai ser atingido em cheio no próximo ano.
Tendo em conta as reduções salariais anunciadas esta semana pelo Governo, os professores deverão contribuir com mais de 400 milhões de euros na poupança anual esperada para os cofres do Estado.

“São como um cristal as palavras. Algumas, um punhal, um incêndio...” (Eugénio de Andrade)