segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

"A calma impede que se cometam graves erros." (Textos Bíblico)s



Na presença de uma crise deverão ser tomadas as seguintes medidas:
Para saber mais, clique aqui
  • manter a calma e não tentar reanimar o aluno;
  • colocar o aluno no chão e pôr algo suave sob a sua cabeça;
  • virar o aluno de lado, para manter as vias respiratórias desimpedidas;
  • permitir que o fluido existente na boca possa ser drenado;
  • remover os objectos duros, com arestas ou quentes mais próximos;
  • não tentar restringir qualquer movimento do aluno;
  • aliviar a pressão da roupa desapertando-a;
  • não dar de beber ou engolir durante a crise;
  • não forçar a boca do aluno para que se mantenha aberta;
  • Não introduzir qualquer objecto na boca;
  • não prender a língua do aluno porque ele não a engolirá;
  • se o aluno caminha durante a crise remover objectos potencialmente perigosos;
  • Após a crise permitir o descanso, pois o aluno encontra-se exausto.

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Orgulhosamente sós?!


Trabalhadores com ensino superior perderam 9,5% do seu salário nos últimos três anos.

Ter formação superior rende um salário 60% superior à média nacional, mas este 'prémio' tem vindo a esbater-se desde 2009, segundo dados fornecidos ao Expresso pelo Instituto Nacional de Estatística.
Nos últimos três anos, com a crise da dívida soberana como pano de fundo e a palavra "austeridade" infiltrada na vida das famílias, o poder de compra destes trabalhadores encolheu mais rapidamente do que o dos menos qualificados.
Estes portugueses que passaram pelo ensino superior viram o poder de compra do seu rendimento diminuir 9,5% neste período. O salário médio nacional teve uma diminuição de 1,5% em termos nominais e, ao mesmo tempo, a inflação acumulada entre 2010 e 2012 foi de 8%.


"Saber ouvir quase que é responder." (Pierre Marivaux)

Crianças com dislexia ouvem sons de forma diferente
Pesquisadores da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, identificaram um mecanismo biológico que está intimamente ligado com o desenvolvimento da dislexia em crianças. De acordo com estudo, publicado na revista científica “Journal of Neuroscience”, a forma como as crianças codificam o som no cérebro está ligada sistematicamente com a capacidade de aprendizagem da leitura. Uma em cada 10 crianças tem dislexia e dificuldades na alfabetização.
Os cientistas gravaram, de 100 crianças em idade escolar, as ondas cerebrais feitas em resposta aos sons. A pesquisa conclui que os alunos que liam melhor codificavam os sons mais consistentemente que as crianças com pior desempenho.
Mas a dificuldade na leitura não é uma condenação para o resto da vida. Os mesmos cientistas dizem que a deficiência pode ser revertida por meio de exercícios. Num estudo anterior feito pela mesma equipe, crianças com problemas de leitura foram acompanhadas durante um ano com um equipamento auditivo que permitia aos voluntários ouvir a voz dos professores de forma mais direta. Depois deste intervalo, os alunos mostraram não apenas uma leitura melhor mas também uma maior consistência na codificação cerebral dos sons, particularmente das consoantes.
De acordo com Nina Kraus, coautora da pesquisa, as pessoas raramente tem dificuldades em codificar as vogais, que são relativamente simples e longas, mas o mesmo não ocorre com as consoantes, cujos sons são mais curtos e acusticamente mais complexos. Por isso, as consoantes podem ser interpretadas pelo cérebro de forma errada.
                                                                                                                          In: O Globo via Facebook

sábado, 23 de fevereiro de 2013

"O que me interessa nem sempre é o que tem importância para mim." (Paul Valéry)

Deliberação n.º 541/2013 

Encontra-se publicada a Deliberação nº 541/2013 DR nº 38 Serie II de 2013 - 02 - 22,  do Ministério da Educação e Ciência – Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior, que estabelece a correspondência entre os exames nacionais do ensino secundário e as provas de ingresso na candidatura de 2013/2014.
ACEDER, AQUI

"A saudade diminuiu ou fomos nós que envelhecemos?" (Millôr Fernandes)



Obrigado, ad duo:um verdadeiro serviço público


Disponibilizamos o acesso aos seguintes relatórios nacionais:
Exames Nacionais
  • 2008/2009 [pdf]
  • 2009/2010 [pdf]
  • 2010/2011 [pdf]
Testes Intermédios
  • 2008/2009 [pdf]
  • 2009/2010 [pdf]
  • 2010/2011 [pdf]
  • 2011/2012 [pdf]
Provas de Aferição

Lamento, mas há boas notícias sobre Portugal (H. Raposo)

O setor agroalimentar aumentou as suas exportações em 6,2% face ao ano de 2011. A produção portuguesa nesta área tem agora sete mercados extracomunitários entre os seus principais clientes.

As empresas portuguesas conseguiram aumentar os níveis de exportação apesar dos efeitos recessivos da crise. Uma aplicação conjunta dos meios de produção tradicionais com os meios mais modernos é a justificação do Governo para os bons resultados verificados.

Segundo a agência Lusa, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, anunciou que este ano o setor atingiu números recorde com 500 expositores e 1.500 compradores, revelando "a pujança deste setor económico".

As previsões para 2013 em relação ao setor agroalimentar apontam para um contínuo aumento das exportações, estando previsto que os produtores possam contar com o apoio do financiamento do Programa de Desenvolvimento Rural.

As exportações da produção agroalimentar representam 10% do total das exportações nacionais e 20% em relação aos resultados obtido com a agricultura e florestas.

O setor conta hoje, entre os seus compradores, com 15 dos maiores mercados internacionais, entre os quais se encontram países extracomunitários e territórios de língua portuguesa, como Angola e Brasil.


quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Longa vida e eficácia


Foi publicado no passado dia 6 de fevereiro, o Despacho n.º 2178/2013, DR n.º 26, II Série, que determina a constituição de uma Comissão para a Deficiência, até à operacionalização do Conselho Nacional para as Políticas de Solidariedade, Voluntariado, Família, Reabilitação e Segurança Social.
A Comissão para a Deficiência terá como missão proporcionar a participação do movimento associativo interveniente nas áreas de prevenção, habilitação, reabilitação e integração das pessoas com deficiência, na implementação, desenvolvimento e acompanhamento dos dispositivos legais, das políticas e em outros processos de tomada de decisão em questões relacionadas com as pessoas com deficiência.
A Comissão será constituída pelo Membro do Governo que tutela a área da deficiência e da reabilitação; pelo presidente do Conselho Diretivo do Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P. e por um representante das organizações não governamentais por cada uma das seguintes áreas de deficiência: sensorial, intelectual, inclui paralisia cerebral, e motora, inclui a orgânica.