sábado, 27 de outubro de 2012

"Só nos devíamos espantar de ainda nos podermos espantar." (François La Rochefoucauld)


 Um aluno na escola pública custa 4415 euros. No privado chega aos 4522




Alunos no privado custam menos que no público




 Alunos custam mais ao Estado nas públicas do que nas privadas

 

 

 

Custo por aluno do ensino público inferior ao do particular

 

"Nem sempre sou da minha opinião." (Paul Valéry)


Domingo , de madrugada pelas 02h00 ,os relógios vão atrasar uma hora e passam para as 01h00 em Portugal continental e Madeira, e das 01h00 para as 00h00 nos Açores. O inverno só começa em Dezembro, mas parece que é para nos lembrar que ele vem aí.
Sou completamente contra esta mudança de hora, tem influência no meu biorritmo de vida e ainda está por provar a eficiência desta medida. Esta mudança brusca, em que é noite mais cedo é deprimente.
Como sempre os valores economicistas estão por detrás desta medida, como quase todas as medidas que  regem as nossas vidas.
Vá lá que a mudança de hora passou a ser feita no último fim-de-semana de Outubro! Há uns anos, acontecia logo no último fim-de-semana de Setembro.
 A existência destes horários no espaço europeu é uma decisão da União Europeia como um todo e não uma decisão individual de cada país. Sempre a Europa!
Andamos há anos a falar na flexibilidade laboral e esta mudança de hora está subjacente,
uma necessidade de uniformização, para permitir reajustar os horários de trabalho de forma a poupar energia.
A mudança é para aproveitar melhor a luminosidade do dia nesta época do ano, reduzindo o consumo de energia nos horários de pico e evitando o uso de energia gerada por termoelétricas, que é mais cara e mais poluente do que a gerada pelas hidroelétricas
 Alega-se que há um impacto sobre a actividade diária das pessoas, sentem-se bem por trabalharem num período em que há mais sol, por se movimentarem ainda com a luz do dia.
Mas há o reverso desta alteração que é muitas vezes ocultada.
Se não houver adaptações para a mudança de horário, algumas pessoas podem apresentar cansaço, fadiga e até mesmo chegar à exaustão, dor de cabeça, desorientação, ansiedade, irritabilidade, indigestão, transtornos estomacais, insónias nocturnas e sonolência durante o dia são apenas alguns dos sintomas que perturbam muita gente em época de alteração de horários.
A recomendação para esta primeira semana de mudança de horário, as pessoas devem aumentar a ingestão de líquidos e fazer refeições leves. Também deve ser mantido o horário das refeições, para o cérebro se adaptar o mais rápido possível com a mudança. Se a pessoa está acostumada a tomar café às 7h, agora vai ter que tomar no mesmo horário, mesmo que ainda não tenha tanta fome.
A mesma táctica deve ser adoptada com o sono. Quem está acostumado a dormir às 22h, por exemplo, deve manter o horário, mesmo que ainda não tenha sono.
Como se comprova esta mudança é contranatura, apesar de se alegar os horários escolares e as rotinas dos mais novos têm também um grande peso para a manutenção deste padrão horário.
Porém , tem impacto na forma como as pessoas conduzem e nos acidentes que existem, na  disposição das pessoas, que se reflecte no consumo de medicamentos.
Talvez fosse melhor deixar estar a hora ao ritmo normal e a mudança para o Inverno seria lenta, progressiva e sem tantos efeitos colaterais. A vida das pessoas não pode rodar à volta , sempre da economia.

Especial, só a Educação


A ameaça do desemprego estará a provocar a completa renovação dos professores de Educação Especial (EE) nas escolas, com os mais experientes naquela área a serem substituídos por outros, que, apesar de terem mais tempo de serviço no ensino regular, nunca contactaram com crianças com Necessidades Educativas Especiais (NEE).
Clique para saber mais

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Avaliação externa do desempenho docente


Para consultar o Despacho Normativo, clique aqui

Quero eu e a Natureza*


A 10-year old Hackleburg boy with Down syndrome is safe tonight after spending more than 18 hours lost in the woods near his home.
Hackleburg is a small town, and when news that Kyle Camp had gone missing spread, hundreds of people came out to volunteer for the rescue effort that went through the night.
Two volunteer searchers found Kyle huddled with his four puppies about half a mile from his home around 9:30 a.m.
Kyle was last seen Tuesday around 4:30 p.m. watching TV. When his family realized he was missing, they searched for him themselves then called for help around 7 p.m.
Searchers knew Kyle couldn't have gone far. So they set up a perimeter about a mile or mile and a half from his home off Highway 48.
The Marion County Sheriff's Department, Hackleburg police force, surrounding fire departments and the Cullman State Trooper helicopter assisted in the search. At one point, an estimated 150 volunteers were helping look for the boy.
They searched all through the night and it wasn't until late Wednesday morning that they finally found some hope. Two volunteers who didn't even know the family found Kyle huddled in a creek with his puppies. Jamie Swinney is one of the searchers who found Kyle around 9:30 a.m.
"I heard the dogs barking again and followed him down there and started hollering for the puppies and I hollered for him and he hollered back. He was in the creek about a half a mile over the ridge," Swinney said.
Swinney said he volunteered to help because he has kids of his own and that made being part of the reunion even sweeter.
"The main thing was getting him to his dad. That's where I wanted to get him to was to his dad. When I found him I asked if he was alright and he said yeah, he said he just wanted to go home," Swinney said.
Kyle was wet and wasn't wearing any shoes, but officials believe the four puppies found with him kept him warm through the night.

* Verso do Poema "Fala do Homem Nascido (A. Gedeão) que pode ler aqui ou ouvir aqui

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Ainda dizem que eles não se aplicam


Cinquenta por cento dos estudantes das faculdades públicas e privadas de Lisboa consomem frequentemente substâncias psicoactivas para diminuir a exaustão ou síndrome de ‘burnout’ (esgotamento), segundo um estudo realizado com base no testemunho de 486 estudantes.
"O consumo destas substâncias é superior àquele que esperávamos e pode ter graves consequências para o aluno, transformando-se numa dependência", alerta o autor do estudo, João Marôco, professor do Instituto Superior de Psicologia Aplicada (ISPA). "Concluímos que 15% apresentam níveis elevados de exaustão", facto que é mais acentuado nos alunos de Ciências da Saúde e de Ciências Sociais e Humanas. A investigação revela que a descrença na utilidade dos estudos é mais evidente nas universidades privadas.

Amor à causa ou contágio profissional?


Visto aqui

OMISSÃO DE PALAVRA

OMISSÃO DE SINAIS DE PONTUAÇÃO

"Não é só a injustiça em si mesmo que nos fere, é também o sermos vítimas dela." (Pierre Nicole)

Complemento por dependência 3ª pessoa 


 

Sem glúten, mas com (fruto da) paixão

Bolo de maracujá

Esta receita já foi feita em Setembro, mas ainda não tinha tido oportunidade de a publicar. Sendo esse mês altura de colheita do maracujá, um fruto que muito aprecio, e tendo-me sido oferecido um saco cheio, aproveitei-os para fazer esta receita que me pareceu muito interessante. O bolo ficou muito saboroso, mas com muito sabor (e textura) de maracujá, logo só para apreciadores do fruto da paixão, como é conhecido entre os anglófonos.

Ingredientes:

100 ml polpa de maracujá (usei congelada da Brasfrut) + 2 maracujás
5 ovos
200 gramas de açúcar
100 gramas de manteiga / margarina
230 gramas de farinha sem glúten (usei Doves Farm)
1 colher de sopa de fermento
Para a calda:
Polpa triturada de 3 maracujás
150 gramas de açúcar

Deixe a polpa de maracujá derreter, acrescente a polpa dos dois maracujás e triture. Reserve.
Separe as claras das gemas e bata-as em castelo. Reserve.
Bata as gemas com o açúcar e a manteiga. Junte a polpa de maracujá, bata bem e acrescente depois a farinha. Misture o fermento e, por fim, as claras em castelo, envolvendo-as com cuidado na massa.
Despeje a massa numa forma untada (ou use uma forma de silicone). Vai a cozer em forno pré-aquecido a 160ºC durante 25 a 30 minutos até obter uma cor dourada. Deixe arrefecer numa grade.
Para fazer a calda, junte os dois ingredientes numa panela e ferva até obter uma consistência de geleia, uns três a quatro minutos. Despeje quente sobre o bolo.