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sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Quero eu e a Natureza*
A 10-year old Hackleburg boy
with Down syndrome is safe tonight after spending more than 18 hours lost in
the woods near his home.
Hackleburg is a small town,
and when news that Kyle Camp had gone missing spread, hundreds of people came
out to volunteer for the rescue effort that went through the night.
Two volunteer searchers found
Kyle huddled with his four puppies about half a mile from his home around 9:30
a.m.
Kyle was last seen Tuesday
around 4:30 p.m. watching TV. When his family realized he was missing, they
searched for him themselves then called for help around 7 p.m.
Searchers knew Kyle couldn't
have gone far. So they set up a perimeter about a mile or mile and a half from
his home off Highway 48.
The Marion County Sheriff's
Department, Hackleburg police force, surrounding fire departments and the
Cullman State Trooper helicopter assisted in the search. At one point, an
estimated 150 volunteers were helping look for the boy.
They searched all through the
night and it wasn't until late Wednesday morning that they finally found some
hope. Two volunteers who didn't even know the family found Kyle huddled in a
creek with his puppies. Jamie Swinney is one of the searchers who found Kyle
around 9:30 a.m.
"I heard the dogs barking
again and followed him down there and started hollering for the puppies and I
hollered for him and he hollered back. He was in the creek about a half a mile
over the ridge," Swinney said.
Swinney said he volunteered to
help because he has kids of his own and that made being part of the reunion
even sweeter.
"The main thing was
getting him to his dad. That's where I wanted to get him to was to his dad.
When I found him I asked if he was alright and he said yeah, he said he just
wanted to go home," Swinney said.
Kyle was wet and wasn't
wearing any shoes, but officials believe the four puppies found with him kept
him warm through the night.
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Ainda dizem que eles não se aplicam
Cinquenta
por cento dos estudantes das faculdades públicas e privadas de Lisboa consomem
frequentemente substâncias psicoactivas para diminuir a exaustão ou síndrome de
‘burnout’ (esgotamento), segundo um estudo realizado com base no testemunho de
486 estudantes.
"O
consumo destas substâncias é superior àquele que esperávamos e pode ter graves
consequências para o aluno, transformando-se numa dependência", alerta o
autor do estudo, João Marôco, professor do Instituto Superior de Psicologia
Aplicada (ISPA). "Concluímos que 15% apresentam níveis elevados de
exaustão", facto que é mais acentuado nos alunos de Ciências da Saúde e de
Ciências Sociais e Humanas. A investigação revela que a descrença na utilidade
dos estudos é mais evidente nas universidades privadas.
Sem glúten, mas com (fruto da) paixão
Bolo de maracujá
Esta
receita já foi feita em Setembro, mas ainda não tinha tido oportunidade
de a publicar. Sendo esse mês altura de colheita do maracujá, um fruto
que muito aprecio, e tendo-me sido oferecido um saco cheio,
aproveitei-os para fazer esta
receita que me pareceu muito interessante. O bolo ficou muito saboroso,
mas com muito sabor (e textura) de maracujá, logo só para apreciadores
do fruto da paixão, como é conhecido entre os anglófonos.
Ingredientes:
100 ml polpa de maracujá (usei congelada da Brasfrut) + 2 maracujás
5 ovos
200 gramas de açúcar
100 gramas de manteiga / margarina
230 gramas de farinha sem glúten (usei Doves Farm)
1 colher de sopa de fermento
Para a calda:
Polpa triturada de 3 maracujás
150 gramas de açúcar
Deixe a polpa de maracujá derreter, acrescente a polpa dos dois maracujás e triture. Reserve.
Separe as claras das gemas e bata-as em castelo. Reserve.
Bata as
gemas com o açúcar e a manteiga. Junte a polpa de maracujá, bata bem e
acrescente depois a farinha. Misture o fermento e, por fim, as claras em
castelo, envolvendo-as com cuidado na massa.
Despeje
a massa numa forma untada (ou use uma forma de silicone). Vai a cozer
em forno pré-aquecido a 160ºC durante 25 a 30 minutos até obter uma cor
dourada. Deixe arrefecer numa grade.
Para
fazer a calda, junte os dois ingredientes numa panela e ferva até obter
uma consistência de geleia, uns três a quatro minutos. Despeje quente
sobre o bolo.
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Amar o povo é fácil. O difícil é amar o próximo. (Henry Ford)
Arranca esta
sexta-feira o programa de voluntariado da Nova School of Business and Economics
(Nova USB), da Universidade Nova de Lisboa. No âmbito do Comunidade NOVA, 150
alunos da instituição vão contribuir, até ao final do ano, com 3.000 horas de
trabalho voluntário em cerca de 30 instituições parceiras.
O programa,
que existe há três anos, tem vindo a angariar um interesse entre os estudantes
e as instituições beneficiadas, entre as quais se contam escolas, juntas de
freguesia, e associações como a Ajuda de Berço, Fundação do Gil, Coração
Amarelo ou Ajuda de Mãe.
Segundo
Daniel Traça, professor e diretor adjunto da Nova SBE, a instituição
proporciona aos seus alunos uma formação de qualidade que abrange, para além do
conhecimento científico, a formação a nível pessoal e de envolvimento com a
comunidade, o que justifica a importância do voluntariado.
"Apostamos
numa perspetiva holística do desenvolvimento do aluno nas várias vertentes -
enquanto estudante, futuro profissional e parte de uma comunidade onde é
incentivado a participar e para a qual é estimulado a contribuir desde o início
da sua vida académica", explica o responsável.
O trabalho
dos voluntários vai desenrolar-se segundo um programa acordado entre a
faculdade, a instituição que receberá apoio e o aluno que irá prestá-lo e que,
desta forma, poderá aplicar os seus conhecimentos e competências em diversos
projetos.
Debate marcará arranque do programa de 2012
Debate marcará arranque do programa de 2012
Entre estes
projetos estão, por exemplo, dinamização de atividades lúdicas e pedagógicas, a
formação em matérias diversas como literacia financeira ou inglês para vários
grupos alvo - crianças, jovens, adultos, idosos - ou ainda a colaboração na
implementação de projetos em curso nas instituições.
De acordo
com comunicado enviado ao Boas Notícias, o arranque do programa deste ano
letivo será assinalado amanhã, 12 de Outubro, às 10.00h, com um debate sobre
"A importância do voluntariado na sociedade civil" na Nova SBE,
Campus de Campolide, que será moderado pela jornalista Fernanda Freitas.
Durante o
debate serão dadas a conhecer várias perspetivas do voluntariado – a visão
institucional, Professor Daniel Traça (Diretor Adjunto da Nova SBE), a visão do
recetor de voluntariado, pelo Professor Eugénio Fonseca (Presidente da
Confederação Nacional de Voluntariado) e Dra. Maria Jesus Pinheiro Torres
(Diretora da Ajuda de Berço), a perspetiva de um voluntário da Nova SBE, Pedro
Silva e de um beneficiário de voluntariado, um idoso da instituição Coração
Amarelo.
Assim o Governo ouça
A Assembleia da
República (AR) recomendou ao Governo a criação de uma “estratégia integrada”
para promover o turismo acessível, com “carácter de urgência”. A AR pretende
que, no prazo de um ano, “Portugal possa ser apresentado como um destino atento
às necessidades, quer do ‘viajante portador de deficiência’, quer das ‘pessoas
com mobilidade reduzida’.
A resolução,
publicada em Diário da República e assinada pela presidente da AR, Assunção
Esteves, aponta que, na referida estratégia, devem ser incluídos “programas de
formação dos agentes para o acolhimento e atendimento a este grupo de
cidadãos”. Por outro lado, deve envolver “as associações representativas das
pessoas com deficiências e incapacidades e, também, as associações
representativas do sector do turismo”.
Em Julho,
lembre-se, os grupos parlamentares do PSD e do CDS-PP na AR um projecto de
resolução para afirmar Portugal como um destino de turismo acessível. O
deputado Mendes Bota foi o primeiro subscritor desta iniciativa.
O documento
entregue recomendava ao Governo que estruturasse um programa com linhas
orientadoras de maneira que, no prazo de um ano, “Portugal possa ser
apresentado como um destino atento às necessidades, quer do ‘viajante portador
de deficiência’, quer das ‘pessoas com mobilidade reduzida’”.
A resolução foi
agora provada pela AR.
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