sábado, 28 de abril de 2012

Até isso vamos delegar?

Computadores vão reconhecer emoções

A tecnologia está a ser desenvolvida por investigadores do MIT e promete revolucionar, em breve, o modo como comunicamos através dos computadores. 

Ler expressões faciais e identificar estados básicos como confusão, agrado ou desagrado. A tecnologia de registo de emoções que está a ser desenvolvida por um grupo de investigadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT) deverá começar em breve a ser aplicada.
"A tecnologia de medição de emoções estará em breve por todo o lado", declarou Rana El Kaliouby, do Affective Computing Research Group, que mostrou à BBC o que os computadores que estão a desenvolver vão permitir fazer. "Permitirá às pessoas comunicarem através novas e diferentes formas. É uma espécie de versão muito sofisticada do botão 'gosto' do Facebook", acrescentou.
Para além da identificação das emoções, através da visualização das expressões faciais pelos computadores, dispositivos como pulseiras eletrónicas vão detetar estados de stresse ou de excitação, através da medição de ligeiras alterações dos níveis de açúcar.
Este inovador tipo de funcionalidades deverá ser utilizado em áreas tão diversas como o marketing e publicidade, assistência e terapias médicas ou nas comunicações online.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

A Tecnologia ao serviço de quem mais dela precisa

Para saber mais, clique aqui
Numa experiência realizada esta semana, um professor da Escola Politécnica Federal de Lausanne, na Suíça, apresentou um robô que pode ser controlado por ondas cerebrais.
Quem demonstrou a eficácia do equipamento foi um homem paraplégico que se encontra em tratamento num hospital suíço. Através de um boné com eléctrodos, o paciente enviou um comando mental para um computador localizado no seu quarto. Estes sinais foram posteriormente transmitidos para um segundo computador que provocou o movimento de um pequeno robô a uma distância de 60 quilómetros na cidade de Lausanne.
O sistema foi desenvolvido por José Millan, professor da Escola Politécnica Federal de Lausanne, especializada em interfaces entre o cérebro e máquinas. De acordo com o investigador, a mesma tecnologia poderia ser usada para mover uma cadeira de rodas.
"Assim que o movimento começa, o cérebro pode relaxar. De outra forma, a pessoa ficaria exausta rapidamente", explicou Millan, acrescentando que a tecnologia tem as suas limitações e que os sinais cerebrais podem ficar confusos se muitas pessoas ficarem em volta da cadeira de rodas, por exemplo.
Cientistas acreditam que, além de dar mobilidade aos paraplégicos, estes equipamentos podem vir a ser usados para ajudar outros pacientes a recuperar os sentidos.

"É necessário também um momento especial para reconhecermos as diferenças entre nós e os outros."(Hugo Hofmannsthal)

UM HOMEM CHAMADO DIFERENTE

Era uma vez um homem chamado Diferente. A família sempre o considerou diferente e Diferente ficou para sempre.
Desde pequeno, ainda na escola, o achavam diferente de todos. Os colegas entendiam que era diferente e, muitas vezes, tratavam o Diferente de forma diferente.
Os professores também o achavam diferente, muito diferente.
Os vizinhos desde que conheciam o Diferente também o consideravam diferente e, por isso, de maneira diferente se relacionavam com ele.
O Diferente foi-se acostumando à ideia de que era diferente. Assim, cresceu diferente, viveu diferente e morreu diferente.
Quando o Diferente partiu, todas as pessoas, com um ar ansioso, começaram a olhar à sua volta. Precisavam, urgentemente, de encontrar outro Diferente que as fizesse sentir, tranquilamente, iguais.

Que sejamos criativos ou produtivos? O que esperam de nós?


Uma pesquisa da Adobe mostra que 80% das pessoas que vivem nas cinco maiores economias do mundo sentem a sua criatividade ser bloqueada pelo crescimento económico. E dois terços, aproximadamente, consideram a criatividade algo valioso para a sociedade.
A pesquisa consultou 5 mil pessoas no Reino Unido, França, Alemanha, Estados Unidos e Japão. Dos entrevistados, três em cada quatro afirmaram estar sob pressão constante para serem mais produtivos que criativos, embora se espere que pensem criativamente no trabalho.
A falta de tempo é vista como o maior obstáculo à criatividade, como consideram 47% das pessoas que responderam à pesquisa.
“Um dos mitos sobre a criatividade é que apenas algumas pessoas são realmente criativas”, explica Sir Ken Robinson, especialista em educação e criatividade. “A verdade é que todos temos grandes capacidades, mas nem todos as desenvolvem.
Um dos problemas é que o sistema educacional não estimula os estudantes a desenvolver os seus poderes criativos naturais. Ao invés disso, promovem a uniformização.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Prevalecerá o bom senso?

Inspeção da Educação arquiva queixa contra escola por expressão 'viva o Benfica' em cantilena infantil
A Inspeção Geral de Educação (IGE) decidiu arquivar a queixa apresentada pelos pais de uma aluna contra o Agrupamento de Escolas da Ericeira por incluir a expressão 'viva o Benfica' na cantilena infantil 'atirei o pau ao gato'.
Na resposta enviada por escrito, a que a agência Lusa teve hoje acesso, a IGE informou os pais da aluna que "a queixa foi arquivada, porque a atuação da escola não mereceu censura jurídico-disciplinar".
Descontente com o resultado, Eduardo Mascarenhas, pai de uma menina de quatro anos a frequentar o jardim-de-infância de Santo Isidoro, já expôs o caso ao Provedor de Justiça

Se o desejares, podes voar, só tens de confiar muito em ti" (Steve Jobs)

Açores: Satélite de alunos lançado "com sucesso"
Um minissatélite construído pelos alunos da Escola Básica e Secundária de Vila do Porto, em Santa Maria, Açores, foi lançado esta terça-feira "com sucesso", na Noruega, no âmbito de um concurso promovido pela Agência Espacial Europeia (ESA).
«Os 'Azorean Shearwater' fizeram, pelas 15:00 (14:00 em Lisboa), o lançamento do seu satélite com sucesso. A missão foi bem conseguida, tendo-se atingido todos os objetivos", refere uma mensagem da equipa açoriana enviada terça-feira à Lusa.
A equipa, denominada 'Azorean Shearwater' (Cagarro açoriano), é constituída por cinco alunos do 11.º ano de escolaridade e dois professores, tendo o lançamento ocorrido na ilha de Andoya, na Noruega.
Este grupo faz parte de uma das 14 equipas europeias selecionadas para construir um mini-satélite, numa iniciativa da ESA que pretendeu oferecer aos jovens uma oportunidade única de participarem num projeto espacial verdadeiro.
O pequeno satélite construído pela equipa de Santa Maria era similar a uma lata de refrigerantes e propunha-se medir valores da temperatura e pressão e elaborar um cálculo da altitude durante a descida, além de tirar fotos e georreferenciar essas fotografias através de um módulo GPS.
Os açorianos competiram com equipas da Áustria, Bélgica, República Checa, Dinamarca, Holanda, Suécia, França, Grécia, Roménia, Espanha, Itália e Reino Unido.

Clique AQUI para aceder ao Facebook da equipa Azorean Shearwater.
Clique AQUI para ver o conteúdo multimédia

Os fins justificam os meios? Bem, neste caso...

Universitários do Arizona cumprem tradição académica
Não há estudante no mundo que não goste de festejar o final do ano lectivo, mas na Universidade do Arizona, EUA, as festividades fazem-se com pouca ou nenhuma roupa... Quase 15 mil alunos aderiram à tradição académica de tirar a roupa no último dia de aulas. E, contudo, desengane-se quem pense tratar-se de mais um excesso da juventude. Afinal, as roupas são depois doadas a instituições de caridade.

25 DE ABRIL SEMPRE


quarta-feira, 25 de abril de 2012

"Uma escola é uma forja de espíritos."(José Martí)

Ativistas do movimento Es.Col.a reocupam escola da Fontinha

Para aceder ao respetivo blog, clique aqui
Gritando palavras de ordem como "ninguém pode parar a iniciativa popular", os ativistas, entre os quais mulheres e crianças, retomaram o espaço de onde haviam saído no dia 19 de abril.
Antes disso, os manifestantes haviam estado no exterior da Câmara do Porto, animando, com performances e música, milhares de pessoas reunidas nos Aliados para celebrar a Revolução dos Cravos, mas sem incidentes.

Ser jovem e não ser revolucionário é uma contradição genética.(Che Guevara)

Estudar é um dever revolucionário


Ouçamos o outro lado

PODER OBTER ESTA OBRA, CLICANDO AQUI

"A liberdade é, antes de tudo, o direito à desigualdade." (N. A. Berdiaev)


Cartaz tirado daqui
A Associação Portuguesa para a Igualdade Parental e Direitos dos Filhos, vem associar-se ao movimento internacional criado com o Dia Internacional da Consciencialização da Alienação Parental que, em 25 de Abril, pretende alertar a opinião pública para um fenómeno que está presente nas relações entre casais separados quando um dos progenitores pretende alienar o outro junto dos filhos.
Todos gostamos e temos direito a ter pai e mãe nas nossas vidas, independentemente de eles estarem juntos ou separados.
A criança e o jovem, precisam de reconhecer-se no pai e na mãe e ser reconhecidos por eles, construindo a partir daí a sua própria identidade.
Quando isto não acontece, a criança irá gradualmente buscar uma segurança exterior, para compensar a insegurança interior relacionada com a sua identidade. Os exemplos em que as crianças e os jovens buscam a sua identidade no exterior, por uma fragilidade interna, derivada de ausência de pai ou mãe são, infelizmente, muitos e alguns deles públicos.
É por isso condenável que, sobretudo nas situações de separação, um dos progenitores pretenda afastar os filhos da vida do outro, afastando normalmente aquele com que a criança não convive diariamente. Os filhos são influenciados pelos pais, através do exemplo destes.
Os pretextos para criar afastamento e denegrir a imagem do pai ou da mãe que não convivem com as crianças e / ou jovens, são múltiplos e cada vez mais conhecidos. Podem ser mais primários ou mais perversos. Ambas as situações destroem a identidade das crianças e dos adolescentes, com danos para a sua vida futura onde se salientam:
- dificuldades de relação com a autoridade e a frustração;
- problemas de identidade sexual;
- doenças psicossomáticas;
- baixa auto-confiança;
- dificuldade no estabelecimento de relações interpessoais saudáveis e pautadas pela assertividade;

terça-feira, 24 de abril de 2012

E na nossa Escola, estaremos preparados?

Salas sem espaço para 30 alunos 

Há salas de aula em escolas requalificadas pela Parque Escolar que não estão preparadas para receber turmas de 30 alunos, conforme decisão do Ministério da Educação e Ciência. O problema é ainda maior nas escolas mais antigas e que não sofreram obras de melhoramento. A Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE) está preocupada com a decisão do ministro Nuno Crato e espera bom senso da administração.

Pérola de hipocrisia com pedacinhos frescos de cinismo


OUÇA AQUI O BRUNO NOGUEIRA A FALAR DE EDUCAÇÃO, DE NUNO CRATO E DA CONSTITUIÇÃO DE TURMAS

Eu diria mais: toda a unanimidade é burra!

"Nada promove mais a insegurança do que a unanimidade. A vida é biodiversa. Nenhuma criatura é igual a outra e onde há hegemonia há sempre desarmonia. Vemos bosques de reflorestamento de eucaliptos e julgamos que ali há vida. Grave engano. A falta de diversidade elimina a vida. Não há maior refinamento do que a diferença. Se toda criatura é única, nenhuma organização pode respeitar a vida sem afirmar seu respeito à diferença. Todo canto uníssono deixa de representar as vozes que o compõem. Na verdade, é sempre uma voz que conseguiu dominar as demais."
-- Nilton Bonder, no livro "Exercícios, d´Alma"

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Em Viseu há um Bispo que confia no Ensino Superior

A Bênção das Pastas marcou ontem uma viragem na vida de centenas de estudantes de Viseu, que agora se preparam para enfrentar o mundo do trabalho. O adro da Sé encheu-se de finalistas, familiares e amigos, que quiseram acompanhar a missa presidida pelo bispo de Viseu, D. Ilídio Leandro.
Dirigindo-se aos alunos, que agora terminam as suas licenciaturas, D. Ilídio questionou se já tinham percebido “os talentos que têm”.
“É importante que, de hoje em diante, saibam que talentos têm, agora é que eles vão ser postos à prova”, sublinhou. O prelado lembrou que “durante o curso, possivelmente, com muitas ajudas e às vezes com cábulas” vão tendo “a nota necessária”, contudo “a partir de agora, não há cábulas que resistam” no mundo do trabalho.

Sinto a inclusão aqui mais perto

Cinto guia para deficientes visuais por GPS  

O designer britânico Michael Kirke desenvolveu um acessório especial que vai facilitar a vida de pessoas com deficiência visual: um cinto vibratório que guia o usuário utilizando coordenadas de GPS.

O cinto é colocado na cintura da pessoa e se conecta a um celular via Bluetooth. O sistema de comando de voz ajudará o usuário indicando qual é o seu destino, de acordo com a rota marcada no GPS. As instruções dadas durante o caminho serão repassadas ao cinto, na forma de vibrações indicando para ir do lado esquerdo ou direito, conforme a rota indicada.
Michael Kirke, autor do projeto que ainda está em fase de desenvolvimento, disse: “O produto não erradica o cão guia ou a bengala, mas aumenta a capacidade de navegação e a independência e autonomia dos cegos”.

domingo, 22 de abril de 2012

Os alegados pontos fracos de uma Educadora

Os encarregados de educação dos alunos do jardim-de-infância de Eirol, em Aveiro, estão revoltados com a educadora. Além de chegar tarde, segundo os pais, a professora adormece nas aulas em que conta histórias, come o lanche dos alunos e responde em voz alta aos responsáveis pelos meninos.
A educadora de infância está actualmente de baixa médica, e os pais não querem que aquela volte a manter contacto com os filhos. "A professora que eles têm agora é um amor. É uma pena andar a tapar os buracos das educadoras que não têm condições para estar com os alunos", disse, revoltada, Elisabete Sequeira, mãe de um menino que frequenta a pré-escola.
De acordo com os encarregados de educação, quando está a ler as histórias aos meninos, a educadora adormece várias vezes, e, quando acorda, volta a repetir todo o texto. "Os meninos não ficam concentrados. Se não fosse a auxiliar, ela deixava-os para ali sozinhos, e até lhes poderia acontecer alguma coisa", acrescentou Elisabete, que também garante que a docente tirava os alimentos dos meninos. "Ela comia sempre o pão deles." Revoltados, os pais pensam agora em não deixar mais os meninos naquele jardim-de-infância público, caso a professora regresse.
"Não vamos fechar os portões, pois isso é proibido. Mas não os vamos deixar mais com aquela mulher perigosa", sublinhou Elisabete.
O CM contactou o presidente da Junta de Eirol, Manuel Vieira dos Santos, que garantiu desconhecer o caso.

A consulta que não dispenso

Em bom português: o personagem ou a personagem?

Quando era aluno (há muitos anos...), tinha de dizer (e escrever) "a personagem" para não me ser marcado erro.
Da consulta de vários dicionários de língua portuguesa e da análise das respostas dadas pelo Ciberdúvidas sobre o assunto, conclui-se que:
a) A esmagadora maioria das cerca de 400 palavras que há na nossa língua terminadas em "agem" são do género feminino (montagem, vagem, imagem, etc.);
b) Como palavras com esta terminação que sejam exclusivamente masculinas temos apenas almargem (prado) e certos compostos como porta-bagagem;
c) Embora haja linguistas que condenem ou desaconselhem o uso de "o personagem", é mais ou menos consensual que ambas as formas são corretas: o personagem e a personagem.
Notas:
1. Encontramos, no século XIX, nos livros de Camilo Castelo Branco, "o personagem".
2. A generalidade das palavras terminadas em "agem" que são hoje do género feminino, encontramo-las no masculino nos textos medievais: "Este he o linhagem dos mui nobres e muy honrados ricos-homens" (http://alfarrabio.di.uminho.pt/vercial/linhagem.htm)

iPhone - "I" de INCLUSÃO

Sem dúvida alguma, alguns dos momentos mais complicados e desconfortáveis na vida de um cego são aqueles que envolvem dinheiro. Tanto na hora de pagar como receber uma determinada quantia, fica sempre aquela dúvida se a pessoa com quem o portador de deficiência visual está se relacionando é alguém realmente confiável e honesto. Em um mundo cada vez mais escasso de boas intenções, o LookTel Money Reader veio na hora certa para ajudar os deficientes visuais nesse processo de “desmacarar” larápios em potencial.
O aplicativo, desenvolvido pela Ipplex, funciona da seguinte forma: a pessoa aponta uma cédula de dinheiro para a câmera do iPhone e automaticamente o LookTel Money Reader reconhece dólares americanos e diz qual o valor da nota, de modo sonoro, é claro.
O acesso ao recurso não necessita nem mesmo de conexão à Internet para que possa ser ativado e o aplicativo pode ser facilmente encontrado via VoiceOver, presente no iPhone. Ou seja, basta a pessoa tocar na tela, para que o celular diga o nome do aplicativo e do que se trata.
A LookTel ainda promete, em breve, lançar outros aplicativos que facilitam a vida dos portadores de deficiência visual. Esses aplicativos devem promover o reconhecimento de embalagens de alimentos, CDs, DVDs e caixas de remédio. Com isso, os deficientes visuais terão cada vez mais autonomia nas suas ações cotidianas, sem precisar da ajuda de terceiros, que nem sempre estão por perto, além de contribuir para o aumento de sua auto-estima.
Existe uma outra proposta de aplicativo que reconhecerá pontos de referência nos locais, ajudando os cegos no difícil processo de se locomoverem pelas cidades. Parece que não só os vigaristas devem se preocupar com os próximos lançamentos da LookTel. Os cães-guia podem ser a próxima “classe” a estar com os dias contados…